Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

A maneira de poupar dinheiro com os manuais escolares que ganha cada vez mais adeptos é através dos sites das livrarias e dos hipermercados: além de ficar com um exemplar novo e sem ter de se preocupar com pormenores – como o estado, as actualizações e se os mais recentes exemplares abrangem já o acordo ortográfico – o preço de capa baixa: as livrarias na internet oferecem descontos até 10% e algumas não cobram pelas despesas de envio. Aqui ficam as respostas a cinco questões essenciais.

Como poupar dinheiro nos livros?

Há três vias conhecidas para se poupar dinheiro na compra de manuais escolares: trocando com outras pessoas (acontece cada vez mais principalmente através das redes sociais, como o Facebook), pedindo um exemplar emprestado e fotocopiando-o (reduz-se para três terços a despesa mas é um crime de direito de autor), comprando em segunda mão pela internet, onde a redução do preço poderá ser, nalguns casos, mais da metade dos preços de capa. 

Por outro lado, há também cada vez mais sites de leilões online que apostam na venda de material escolar chegando a disponibilizar mais de mil artigos em que se incluem estojos, lápis, calculadoras, cola compassos, mochilas... 

E quais são as lojas online mais em conta?

O Dinheiro Vivo escolheu os 12 livros adoptados pelo Agrupamento das escolas Delfim Santos, em Lisboa, para os alunos do 7º ano, ensino regular, para perceber, entre a livraria virtual da Bertrand, Wook, Jumbo e Continente online, quem praticava preços mais baixos. A primeira conclusão é que os descontos variam entre os 5% e os 10% e o cabaz dos manuais escolares comprados online pode custar 275 euros, o que representa uma poupança de sensivelmente 17 euros em relação aos preços de capa. O Jumbo é o que pratica os preços mais baixos, mesmo atendendo que, grosso modo, a diferença em cada exemplar ande entre um e dois euros. Mas havia uma contrariedade: não tinha disponível no dia da requisição quatro dos 12 livros.

As lojas online cumprem os prazos? E os livros chegam em condições?

Modo geral, a resposta às duas questões é sim. De qualquer modo, perguntamos a uma mãe que encomenda pelo segundo ano livros na Wook, site de comércio electrónico de livros da Porto Editora, como tem corrido a experiência. A resposta: “Não tenho qualquer questão a apontar. O site está configurado de forma a facilitar a requisição, mesmo para os mais leigos na internet. Aquando da requisição somos informados de imediato dos elementos necessários para efectuar o pagamento. Quando o fazemos enviam-nos um e-mail a acusar a recepção. Da primeira vez a entrega foi efectuada em dois dias. Agora fui informada que a encomenda poderia demorar mais tempo do que era habitual. Recebi e-mails durante esse tempo a informar do estado da encomenda e quando deveria estar pronta. Um mês depois chegou a encomenda muito bem acondicionada, numa embalagem agradável à vista e de fácil transporte e estava totalmente correcta.” 

Os livros são para uma aluna do 5º ano, custaram 100 euros, com 10% desconto em relação aos preços de capa e cobraram pelos portes 5,20 euros.

O que fazer quando esgotam os manuais escolares?

A melhor maneira de se precaver contra a falta de stock de manuais escolares é fazer uma reserva mal saia as listas dos livros adoptados para que possa ficar descansado. Procure as livrarias de confiança no seu bairro ou perto de si ou então opte pelas lojas de referência que ainda comercializam manuais escolares: a Bertrand é uma delas. No caso das disciplinas estrangeiras procure as livrarias especializadas, que normalmente têm exemplares depois de esgotarem nas lojas tradicionais. Por exemplo: se for um manual de inglês a Livraria Britânica é uma boa hipótese. Assim, corre menos riscos de o seu filho começar a escola sem os livros adoptados.

E quando as livrarias tradicionais não têm?

Se estiverem esgotados e perceber que demorarão tempo a chegar e provavelmente o seu filho passará parte do primeiro período sem o manual, dirija-se à editora do livro que procura. Terá de pagar o preço de tabela mas o problema fica resolvido. A segunda melhor hipótese, caso esgote nas livrarias, é tentar fazer uma encomenda online: existem hoje várias lojas na internet que satisfazem os pedidos dos clientes pelo menos até ao início do ano lectivo, apesar de estarem dependentes dos fabricantes. Fixe quatro nomes: Wook, os hipermercados Jumbo e Continente, e a livraria online da Bertrand.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:23 | link do post | comentar

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