Terça-feira, 28.08.12
Identificámos quatro cenários para o ajudar a decidir na hora de renovar o equipamento informático no regresso às aulas. Os modelos e preços variam consoante as necessidades que se pretendem satisfazer

Por mais que o calor ainda se faça sentir e não se queira pensar no fim do Verão, uma coisa é certa: o Outono não tarda. E com ele (re)começam uma série de preocupações para pais e encarregados de educação, responsáveis por assegurar que estão reunidas as condições necessárias a um regresso às aulas sem sobressaltos. A par dos livros, a renovação do "parque informático" lá de casa é uma das preocupações frequentes.

Escolher nem sempre é fácil, mas fazê-lo com tempo e ponderação resulta habitualmente numa melhor opção. Ganha quem procura promoções (que nesta altura costumam dar um ar da sua graça) e quem gosta de estar informado sobre os modelos mais modernos. Mesmo que a pesquisa resulte na descoberta de que mais vale esperar um ou dois meses para ter um computador exactamente à medida das necessidades que se visam suprir.

Se não tem paciência para perder tempo a correr lojas e a tentar digerir conversa de vendedor, note que grande parte das fabricantes de equipamentos e lojas de electrónica já contam com "sites" onde disponibilizam quase toda a informação de que precisa para comparar características e preços. É também "online" que abundam os blogues especializados, com análises a equipamentos testados, o que pode ser particularmente útil a quem se prepara para adquirir uma máquina mais dispendiosa.

Antes de mais, convém perceber que tipo de computador procura. Se o que se pretende é um equipamento para desempenho de tarefas básicas não há porque fazer um investimento avultado, sobretudo porque estamos a falar de uma área em que a oferta evolui depressa e um computador rapidamente se torna obsoleto. O conselho vai para uma escolha à medida da utilização a fazer no curto prazo.

Quem procura maior desenvoltura ao nível do processamento gráfico, máquinas fortemente vocacionadas para o consumo de multimédia ou aptas a satisfazer os designados jogadores intensivos, terá de ter outros cuidados. A placa gráfica e a memória assumem uma importância reforçada, assim como a qualidade e o tamanho do ecrã (caso este seja parte integrante do computador). Recorde-se que no caso dos portáteis, estes variam normalmente entre as 17 polegadas dos modelos vocacionados para o consumo de conteúdos multimédia e as 13 a 11 polegadas dos ultraportáteis. Abaixo destes existem ainda os netbooks.


Portátil ou desktop?
Mas vamos começar pelo princípio. Antes de mais, cumpre aferir se preferimos um computador de secretária ou um portátil, sendo que estes têm, entre as vantagens óbvias, a de poderem ser facilmente transportados. O ano passado foram vendidas em Portugal mais de 900 mil unidades, segundo dados de um estudo divulgado em Janeiro.

Ainda assim, os computadores de secretária - entre as tradicionais torres a que é preciso ligar o monitor e os mais recentes All-in-One com ecrã e componentes numa só peça - apresentam-se, muitas vezes, como soluções que permitem obter uma máquina com melhores características por um preço mais baixo. 

O argumento é menos válido para os All-in-One, mas estes têm a seu favor o design arrojado ou os ecrãs tácteis que os tornam apetecíveis focos de entretenimento. O conceito tem sido explorado por marcas como a Apple, Asus,HP ou Toshiba.

Uma passagem pelas principais lojas nacionais revela que não é tarefa fácil encontrar um portátil com processador de última geração, peso e autonomia ideais, por valores abaixo dos 400 euros, por exemplo. Em compensação, com 700 euros passou a ser possível levar para a casa um "ultrabook" com processador Intel de última geração, bateria para 6,5 horas e menos de 1,5 Kg de peso.

Aliás, é em torno das novas categorias, como os "ultrabooks" (ou ultraportáteis) ou mesmo os "tablets", que se tem concentrado muita da oferta mais recente - num tempo em que mesmo quando os equipamentos não apresentam características que os coloquem directamente em concorrência com os portáteis "tradicionais", são, muitas vezes, encarados como substitutos destes. O fenómeno compreende-se sobretudo se pensarmos nos novos equipamentos "híbridos", que com a ajuda de um teclado acoplável rapidamente se transformam num "netbook".

Uma última nota para os adeptos do sistema operativo da Microsoft, o Windows 8, que tem lançamento agendado para 26 de Outubro. Quem não quiser esperar pela data para comprar um novo equipamento pode avançar já para um modelo com Windows 7 e beneficiar mais tarde do programa de actualização. Estará em vigor até 31 de Janeiro de 2013 e por 14,99 euros permite migrar para a nova versão assim que esta estiver disponível. 

Quem decidir esperar pelos novos modelos com Windows 8 evita custos com actualizações, algo que também acontecerá aos clientes da Acer que optem por um "ultrabook". A fabricante reembolsa o valor da actualização para o Windows mais recente.



Nove soluções para perfis diferentes

Antes de ir às compras decida o que pretende. Para o ajudar definimos quatro cenários possíveis. O tamanho, o preço e a performance podem ajudar a demarcar diferenças para encontrar as propostas mais interessantes.












publicado por adm às 01:19 | link do post | comentar

Oito por cento dos consumidores portugueses preferem adquirir online o material escolar para o regresso às aulas. O valor revela um crescimento de 1 ponto percentual face a um ano antes, mostra um inquérito ao consumo cujos resultados são divulgados hoje.

Questionados sobre os locais onde habitualmente fazem as suas compras para o regresso às aulas, 8% dos inquiridos indicaram a Internet como plataforma preferencial, uma percentagem que duplica entre os estudantes que são responsáveis por adquirir o seu próprio material.


A análise, que oferece resultados discriminados por famílias com filhos em idade escolar e estudantes que fazem as próprias compras, revela que são os últimos quem mais recorre à Web para este efeito. Entre as famílias, a percentagem daquelas que optam pela Internet em detrimento das lojas físicas é de 6%, mas entre os estudantes o número sobe para os 16%.

O estudo, conduzido pela empresa de crédito ao consumo Cetelem, mostra que a grande maioria dos consumidores continua a eleger as papelarias (82%) e hipermercados/supermercados (79%) como plataformas privilegiadas para este tipo de compras, mas nota uma quebra nos números.

A percentagem daqueles que preferem as papelarias diminuiu 17 pontos percentuais face aos valores registados um ano antes. Já as intenções de compra em hipermercados caíram 1 ponto percentual. 

De acordo com o mesmo estudo, 59% das famílias com filhos em idade escolar opta atualmente por comprar o material no decurso do ano letivo, tendência que regista um crescimento de 8 pontos percentuais face a 2011. Quarenta por cento - menos 9 pontos percentuais que um ano antes - continuam a preferir fazer as compras todas de uma só vez. Os livros continuam a representar uma exceção, sendo comprados num momento diferente do restante material por 60% das famílias.

fonte:http://tek.sapo.pt/n



publicado por adm às 00:55 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.08.12

O mês de Setembro pode significar um rombo no orçamento familiar de quem tem filhos, a não ser que siga as dicas do Negócios. Em quatro estabelecimentos foi possível encontrar cabazes com o essencial para a escola a menos de dez euros. Mais: há kits económicos para todos os gostos.

É o que chamam "rentrée escolar": crianças e pais pelos super e hipermercados com listas na mão à procura dos melhores preços. Regra geral, os folhetos estão à entrada e antes de comprar é bom que analise quais as ofertas mais económicas. Se não tiver começado a poupar desde o início do ano para esta despesa extra, como seria ideal, saber onde estão os preços mais baixos é uma ajuda. 

Para evitar uma factura maior do que a sua carteira, há alguns aspectos que deve ter em atenção. Primeiro, faça uma lista de todo o material que o seu filho precisa. Verifique se ainda existe material do ano passado que possa ser utilizado e elimine-o da lista para este ano lectivo. É importante que as crianças tenham um olhar crítico sobre a lista e que sejam capazes de distinguir as suas verdadeiras necessidades dos caprichos. Por isso, devem ser envolvidos em todo o processo. Ao discutirem as prioridades com os pais, ficam mais sensibilizados para a questão do dinheiro. 

É uma óptima altura para introduzir o conceito de orçamento familiar e definir, à priori, quanto é que vão gastar com as compras deste ano. Esta é a melhor ferramenta que a família pode utilizar para saber quanto gasta e onde gasta o seu dinheiro. 

Antes de sair de casa, consulte os vários folhetos com as promoções de "regresso às aulas" e sinalize as opções mais económicas. Regra geral, as marcas brancas costumam ser as líderes dos preços baixos. Estes podem variar de estabelecimento para estabelecimento, mas uma coisa é certa: os artigos de fantasias tendem a ser mais caros. Por isso, é importante que tente resistir às compras impulsivas. Não se desvie da lista que elaborou e do orçamento que pré-definiu. Comprar online pode ser uma boa opção, quer para os manuais escolares quer para o material escolar. Na Staples, por exemplo, encontrámos vários artigos com preços reduzidos, exclusivos para compras online. 

Nesta altura, é comum encontrar alusões ao crédito quer em hipermercados quer em livrarias, mas tenha atenção. Antes de optar por esta forma de financiamento, faça contas e determine se o seu orçamento familiar aguenta mais essa dívida. Mais: quanto mais cedo começar a comprar o material escolar, melhor. Não deixe esta tarefa para a véspera. Atrasar esta decisão só vai fazer com que o seu cabaz fique mais caro, porque os artigos mais baratos podem ser os primeiros a esgotar. Os saldos de Verão também são uma boa oportunidade para comprar roupa para o ano que vem, bem como as lojas e centros comerciais "outlet". 


Vamos às compras
O Negócios fez a lista dos itens que considerou importante incluir no cabaz de material escolar e fez uma ronda por vários estabelecimentos comerciais, entre 21 e 23 de Agosto. Também pesquisou nos sítios on-line das superfícies sempre que tal foi possível. Regra geral, os cabazes estão mais baratos do que no ano passado, sendo que, este ano, foi possível encontrar todos os artigos da lista por menos de 10 euros em quatro estabelecimentos: Continente (8,88 euros), Jumbo (8,91 euros), Staples (9,40 euros) e E.Leclerc (9,87 euros). No Pingo Doce o cabaz ficou-nos a 13,22 euros (mais 40 cêntimos do que no ano passado), apesar de ter em vigor a campanha "Poupe metade do valor no regresso às aulas". Contudo, esta promoção só é válida para quem fizer compras de valor igual ou superior a 25 euros em supers e hipers, até 16 de Setembro. 

No Minipreço não foi possível encontrar todos os itens da listagem. Ficou a faltar a régua, esquadro, compasso, borracha, afia, separadores e as recargas. Encontrámos uma mochila básica Sports por 2,89 euros, um estojo Chenton por 84 cêntimos. três canetas EBBE por 0,49 euros, um conjunto com três lápis EBBE, uma borracha e uma afia pelo mesmo preço e um dossier Mitos por 1,99 euros.

Não considerámos conjuntos na tabela porque o objectivo era comprar cada artigo individualmente e, regra geral, a marca branca da superfície comercial foi a que apresentou melhores preços. 







Crédito para um curso exige garantia do Estado 

Os custos com o Ensino Superior vão muito além das propinas, sobretudo para quem muda de cidade. Conheça as alternativas de quem não pode pagar a formação "a pronto".


Tirar um curso superior pode ter-se tornado um luxo, sobretudo para as famílias que enfrentam o flagelo do desemprego, o que não quer dizer que deva adiar os seus sonhos. Antes de dizer "não" à sua formação académica estude as alternativas. A banca é uma delas, mas, tente falar com a sua família ou amigos chegados primeiro. O montante que precisa pode vir deles sem se comprometer com uma instituição financeira. O conselho vem da Deco - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores: "se lhe pagar uma taxa de juro superior à dosdepósitos a prazo, o negócio é vantajoso para ambas as partes", lê-se no sítio da associação. Mas não se esqueça: faça um contrato ou uma escritura pública para montantes acima de 20 mil euros. 

Contratar um crédito com penhor é outra das opções. Só precisa de ter um fundo de investimento, um plano de poupança reforma ou outra aplicação financeira cujo montante seja igual ou superior ao que vai pedir. Se não for esse o seu caso, então a linha de crédito com garantia do Estado é a solução mais económica. "Se o aluno tiver uma boa média e receber o capital de forma faseada, paga menos juros", segundo a associação. E exemplifica: para uma empréstimo até 25 mil euros, não exige livranças nem fiadores, libertando o dinheiro em tranches máximas de 5 mi euros. Além disso, têm um período de carência de capital até um ano após a conclusão do curso. Até lá, vai pagando os juros. Os bons alunos têm uma ajuda: as médias anuais entre 14 e 16 valores concedem um desconto de 35% no spread, ou seja, passa de 1% para 0,65%. Quem tem mais de 16, paga apenas 0,2%. 

A linha do Estado existe desde 2007, mas em 2011 ninguém pôde recorrer a ela. Foi retomada em Janeiro e a procura levou a que alguns bancos já não tenham dado resposta aos pedidos a partir de Junho, segundo fonte do Ministério da Educação e Ciência. A linha de crédito acaba a 31 de Agosto.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h



publicado por adm às 23:52 | link do post | comentar

Quinta-feira, 23.08.12

A poucos dias do regresso às aulas, Diogo, 17 anos, prepara-se para entrar no terceiro ano da via profissional que escolheu no ensino secundário – mecatrónica – e tenciona prosseguir os estudos no Ensino Superior.

«Gostaria de ser engenheiro mecânico, os carros sempre me fascinaram, trabalhar com os motores dos carros, com máquinas», confessou à agência Lusa, manifestando-se satisfeito com a opção que tomou no final do 9.º ano: «Foi uma porta para eu vir para esta área».

Hoje em dia, diz, há empresas que não estão a recrutar engenheiros, mas técnicos de mecatrónica. «Só com este curso já podia ir para técnico de mecatrónica».

Apesar de a escolha pelo ensino profissional ter sido do Diogo, a mãe, Teresa, também não está arrependida.

«Desde a primária que tem um problema de dislexia (ficou retido no 3.º ano) e este curso é mais prático. Acho que vai mais bem preparado para a faculdade do que se fizesse o 12.º ano regular. Ele está muito motivado», contou.

No último ano do curso que frequenta numa escola privada de Lisboa, fará um estágio numa empresa com a qual o estabelecimento de ensino tem um protocolo.

O ministro da Educação, Nuno Crato, reafirmou na terça-feira a intenção delineada pelos anteriores governos socialistas de ter metade dos jovens do secundário na via profissional.

O João é um dos alunos que vai contribuir para essa meta e talvez aceitar o repto da emigração. Aos 15 anos, concluído o 3.º Ciclo, escolheu o curso profissional de turismo e sonha conhecer o mundo.

Gostava de trabalhar na gerência de um hotel ou de restaurantes, espaços que costuma observar como cliente: «Fico sempre a pensar como conseguem ter tudo certinho e organizado».

O curso, numa escola pública da Póvoa de Santo Adrião, acarreta uma carga horária maior, mas tem a vantagem de não ter trabalhos de casa.

«Tem as disciplinas em que me sinto mais confortável, como Português e Inglês, e todas as actividades são realizadas nas aulas», explica.

Trabalhar fora de Portugal é uma hipótese que considera desde já. «Gostava de ir a todo o lado».

A Associação Nacional das Escolas Profissionais (ANESPO) estima que 40 por cento dos alunos já esteja no ensino profissional, após a expansão dos últimos anos.

«A ministra Maria de Lurdes Rodrigues obrigou as escolas secundárias todas a abrirem cursos profissionais e [o ensino profissional] desenvolveu-se muito graças ao esforço das escolas», disse à Lusa o director executivo da associação, Luís Costa, sublinhando que a meta dos 50 por cento já estava inscrita na Estratégia de Lisboa «há muitos anos».

O dirigente não prevê grandes alterações no universo de alunos com o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, até pela quebra demográfica e pelas dificuldades económicas que podem levar ao abandono. Um levantamento feito junto dos associados revelou que 15 por cento dos alunos desistia no primeiro ano por razões económicas.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, revelou este mês, quando da divulgação do concurso de professores, que, nos últimos três anos, se registou uma redução de cerca de 200 mil alunos, em todos os graus de ensino, o equivalente a sete mil turmas.

Os cursos profissionais podem ser frequentados em escolas privadas, secundárias públicas e nos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação com o Estado, segundo Luís Costa.

Acresce a oferta pública das escolas de hotelaria do Turismo de Portugal. Dentro das escolas profissionais incluem-se também as de música e dança e de agricultura.

fonte:Lusa/SOL



publicado por adm às 00:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 16.08.12

O inquérito do Observador Cetelem sobre as intenções de consumo no regresso às aulas revela que 89% dos portugueses continuam a optar pela compra de manuais escolares novos. Uma percentagem significativa, mas inferior à do ano passado (99%). O inquérito, divulgado esta quinta-feira, revela ainda que 18% opta pela compra em segunda mão e 20% pede emprestado.

O decréscimo na compra de manuais novos explica a subida na compra de livros em segunda mão, que é opção para 18% dos inquiridos (mais 7% que em 2011), enquanto 20% dos consumidores pede manuais emprestados, algo que no ano passado era prática para apenas 13% dos encarregados de educação. O Observador Cetelem revela ainda, que 60% dos portugueses compra os livros num momento diferente do restante material.

«A compra dos livros escolares continua a ser responsável por grande parte do orçamento destinado ao regresso às aulas. Os consumidores portugueses ainda não criaram o hábito de comprar os manuais em segunda mão ou até pedir emprestado. No entanto, este é um comportamento que tende a sofrer alterações face à recessão económica que o país atravessa. Neste inquérito do Observador Cetelem, esta tendência já se começa destacar», afirma Diogo Basílio, responsável do Observador Cetelem.

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



publicado por adm às 23:27 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.08.12

O espírito ainda é de praia, mas o arranque das aulas já tem data marcada para breve. Setembro é o mês em que o orçamento familiar tem de ter em conta as despesas com livros e material escolar. 

Um estudo de uma entidade de crédito, a Cetelem, concluiu que as famílias portuguesas, ainda que em momento de crise, esperam investir em média 507 euros em material e livros escolares. São mais 8 euros do que no ano passado. A fatura atinge rapidamente valores pesados para a carteira.

Alternativa: reciclar ou pedir emprestado

Reciclar material do ano anterior, pedir livros emprestados ou recorrer a marcas mais em conta são algumas estratégias e justificações para que nos escalões em que as famílias pretendem gastar até 250 euros ou entre 250 e 500 euros a percentagem tenha descido este ano. 

Ainda assim, o mesmo estudo dá conta de que o valor médio gasto por pessoa terá um aumento dos 381 para os 384 euros.

Famílias endividam-se para comprar material

Valores que muitas vezes irão ser pagos com o cartão de crédito: 30% dos inquiridos admite recorrer a este meio de pagamento e 11% dão já mesmo essa certeza.

Para se chegar a estas conclusões, foram entrevistados 600 portugueses entre os 18 e os 65 anos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 22:48 | link do post | comentar

Terça-feira, 14.08.12

Com as aulas a chegarem é normal que os gastos não se fiquem apenas pelos livros e pelo material. É por isso que as marcas de roupa também têm descontos e promoções para que os miúdos regressem à escola em grande estilo.

Apesar da estação mudar, e de ainda estarem a escoar produtos de Verão, algumas lojas de crianças já lançaram campanhas de produtos mais baratos para ajudar os pais a repartirem as despesas de setembro. 

Conheça algumas campanhas que já começaram:

Verbaudet
Até 26 de Setembro, a Vertbaudet tem em marcha a sua campanha de regresso às aulas. Com um desconto de 25%, pode encontrar todo o tipo de artigos de roupa, calçado ou acessórios para bebé e criança.

Pode encontrar ainda uma pequena secção de produtos de decoração e utilidades escolares. A marca paga-lhe os portes ao quatro artigo que compre, e oferece-lhe ma mochila na compra no segundo artigo (veja aqui).

La Redoute
A loja está a oferecer um regresso às aulas com 40% de desconto em roupas para criança. E não, não são saldos. É uma ajuda para os pais, que querem entrar na nova estação a baixos custos (veja aqui).

Zippy
Nesta loja o regresso às aulas é “Back 2 Cool” - no estilo e Cool nos Preços Baixos. Para isso a loja de roupa realizou um catálogo especial de regresso às aulas, onde as camisolas dos mais pequenos partem do 3,99 euros (veja aqui).

Decathlon
A loja de produtos desportivos lança todos os anos uma campanha de regresso ao desporto, como lhe chama. Este ano ainda não abriu, mas vá estando atento. É uma boa forma de conseguir o equipamento de educação física dos miúdos a preços mais reduzidos (veja aqui).

E como as crianças crescem rapidamente vá dando uma olhadela nas opções em segunda mão. Sai mais barato e pode fazer o mesmo quando as roupas dos seus filhos já não lhe servirem. Pode ver aqui e aqui duas opções para reutilizar vestuário. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



publicado por adm às 22:46 | link do post | comentar

Os portugueses têm aderido cada vez mais à compra e venda de artigos em segunda mão, através de sites de leilões online, onde se anunciam bens que já não se usam a preços bem competitivos para quem os adquire. Em Portugal há três sites principais no ramo dos leilões, todos têm sido procurados por pais que querem vender e comprar manuais escolares em segunda mão, a preços low-cost.

Os anúncios somam-se e os preços são bem inferiores aos praticados no mercado:

Leiloes.net, portal líder em vendas por leilão, lançou a campanha Regresso às Aulas que tem por objetivo divulgar os mais de 2.500 produtos relacionados com o novo ano escolar, nomeadamente os manuais escolares usados que podem reduzir de forma significativa o valor da fatura do regresso às aulas das famílias.

Na categoria Manuais Escolares este site disponibiliza 2354 livros que se dividem em livros novos e usados, cadernos de exercícios, livros de revisões, cadernos, estojos de lápis e canetas, mochilas, calculadoras cientificas e até computadores Magalhães e tablets (veja aqui).

No Miau, outro site de leilões, existem cerca de 350 manuais escolares e mais de 1400 objetos para ajudarem no dia-a-dia na sala de aula. Os preços podem ir dos 50 cêntinos aos 70 euros. Podem ser adquiridos de forma individual ou em grupo - há mesmo quem esteja a vender livros do 4º ao 12º anos (veja aqui).

No Coisas, também existem livros escolares em segunda mão à venda. O site tem mais de 300 ofertas com a procura manuais escolares e mais de 1400 quando se procura por livros escolares. Aqui podem ver-se pais à procura de manuais e pais à venda dos manuais antigos dos filhos(veja aqui).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:18 | link do post | comentar

Domingo, 12.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



publicado por adm às 23:53 | link do post | comentar

Sábado, 11.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:43 | link do post | comentar

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