Segunda-feira, 29.08.11

Ministério reconhece o problema, mas afirma que "não é novo". Confap acusa escolas de "insensibilidade social"

 

O início do ano lectivo vai ser marcado por más notícias para os pais com direito a apoios da acção social escolar. Os beneficiários (cerca de 300 mil) terão de pagar a totalidade da conta dos manuais e não sabem quando serão reembolsados.

A factura dos manuais escolares para o ano lectivo 2011/2012, que deverá arrancar entre 8 e 15 de Setembro, vai pesar mais este ano na carteira dos pais, não só porque quase 20 mil alunos ficaram excluídos dos apoios da Acção Social Escolar (ASE). Mesmo aqueles que continuam a ser beneficiários serão obrigados a adiantar a verba para adquirirem os livros. Em alguns casos, o montante pode atingir os 300 euros. Em causa estão os alunos que têm o apoio máximo, quase 300 mil de acordo com as contas do Ministério relativas a 2010.

fonte:http://www.jn.pt/



publicado por adm às 23:57 | link do post | comentar

Na abertura de mais uma temporada de aulas, a DINHEIRO & DIREITOS preparou um dossiê especial com conselhos para os pais.

 

Compra de livros e mochilas, ação social escolar, seguro e benefícios fiscais são as matérias principais de um estudo para usar ao longo do ano. Saiba mais no dossiê Regresso às aulas.

Os livros estão sujeitos a um regime de preços convencionados ou tetos máximos. É proibida a venda em pacote, punida com coima entre os 2500 e os 44 mil euros. Se tentarem impor-lhe esta prática, denuncie o caso à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Na hora de comprar a mochila, leve a criança, para que esta a experimente. Opte por um modelo confortável. O tamanho e o peso devem ser adequados à estatura. Quando vazia, a mochila não deve pesar mais de meio quilo. Escolha alças reguláveis e costas acolchoadas.

A lei obriga os estabelecimentos de ensino público a facultar um seguro de acidentes aos alunos. As privadas também deveriam estar abrangidas por esta regra. Dos 81 estabelecimentos privados que participaram no estudo da DINHEIRO & DIREITOS, 8 não proporcionam a apólice. Mas a maioria dos que a disponibilizam preveem indemnizações que podem ser insuficientes para pagar os tratamentos médicos: entre 400 e 25 mil euros. Face a uma incapacidade física, os capitais analisados pela revista de consumidores variam entre 2 mil e 50 mil euros.

Em 2011, o fisco permite deduzir à coleta até 30% das despesas de educação e formação profissional do contribuinte e seus dependentes, com o limite de 760 euros. Em famílias com 3 ou mais dependentes, o patamar sobe € 142,50 por cada, desde que todos sejam estudantes e apresentem despesas de educação ou formação. Uma família constituída por pai, mãe e 3 filhos estudantes tem um acréscimo de € 427,50 (3 × 142,50). Logo, pode deduzir um total de € 1187,50 (427,50 + 760). Guarde todos os comprovativos de despesas com propinas, taxas de inscrição, livros, computadores, etc.

Os alunos de todos os graus de ensino beneficiam de apoios do Estado para propinas, alimentação e transportes, consoante os rendimentos do agregado familiar. Informe-se nos serviços de ação social escolar de cada estabelecimento.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/regresso-as-aulas-faca-as-contas-a-mais-um-ano-letivo-s652581.htm



publicado por adm às 00:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.08.11

O que (não) deve fazer



O tema do regresso às aulas e da inevitável compra do material escolar já foi, certamente, falado mais do que uma vez na sua casa.

Com o aproximar do mês de setembro as campanhas publicitárias e as superfícies comerciais recordam, mesmo aos mais distraídos, que o período de descanso está a terminar.

Frases como «Mãe, temos de ir comprar os livros», ou «Pai, vi uns cadernos muito giros hoje! Compras-me?» surgem diariamente e começam, por um lado, a inquietar os mais jovens e, por outro, a preocupar os adultos devido ao impacto financeiro que acarretam no orçamento mensal. É exatamente para que consiga evitar desequilíbrios que gostaria de deixar alguns conselhos.

Quem planeou esta despesa logo no início do ano ou quando recebeu o subsídio de férias, o que é desejável, não terá agora grandes constrangimentos orçamentais. No entanto, quem não o fez deverá reavaliar o seu orçamento mensal e ver que despesas poderá cortar ou reduzir para fazer face a estes custos suplementares.

Sugiro que os pais definam, em conjunto com os filhos, o que realmente é necessário adquirir e o que pode ser reutilizado do ano anterior. Depois de chegarem a acordo sobre o material necessário e de elaborada a lista de compras, definam o orçamento disponível para estas despesas e façam uma pesquisa de mercado, quer através dos sites, quer de folhetos de superfícies comerciais ou até mesmo em visita às mesmas.

Lembre-se que pode sempre pedir emprestados ou trocar manuais ou outros materiais em bom estado, para que os mais pequenos tenham sempre novidades. O mesmo se aplica ao vestuário, uma vez que estamos na época de renovar o guarda-roupa.

Tendo em conta que esta é uma época ótima para incutir noções de educação financeira, já que a motivação dos jovens para o tema é muito elevada, envolva-os em todo o processo. Assim, na ida às compras, responsabilize os seus filhos não só pelo cumprimento da lista e do orçamento definido.

Esta responsabilização permite aos mais jovens fazer escolhas de forma a não ultrapassar o orçamento estabelecido e perceber os limites. Apoie os mais jovens na tomada de decisão, mostrando-lhes, por exemplo, a diferença de preços entre as várias marcas. E, porque muitas vezes o material comprado não se coaduna com o pretendido pelos professores, aconselho-o a comprar apenas o que é necessário e comum a todas as disciplinas.

Isto permite-lhe, por um lado, dividir as despesas pelos meses de setembro e outubro, já que as aulas começam a meados de setembro e os professores dão alguma margem para a aquisição de materiais específicos.

Por outro lado, possibilita-lhe evitar despesas com material que depois poderá não ser utilizado.

Na aquisição dos manuais escolares, opte por comprar através da internet, uma vez que se conseguem descontos sobre o preço de capa. Analise os preços dos livros nos sites das editoras, livrarias e em grandes superfícies comerciais para perceber quais são os mais vantajosos para si.

Se optar por adquirir livros em segunda mão, poderá recorrer a conhecidos, mas também pode optar por leilões na internet. Em suma, o importante é que estes gastos não signifiquem um desequilíbrio no orçamento familiar e que esta época seja aproveitada para dar formação financeira aos seus filhos.

Texto: Susana Albuquerque (secretária-geral da ASFAC e especialista em finanças pessoais)

fonte:http://familia.sapo.pt/



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Quinta-feira, 25.08.11

Antes de começar a comprar o material escolar deve fazer uma lista do que sobrou do ano anterior, para ver qual está em bom estado e ainda pode ser aproveitado. 

A mochila também não deve pesar mais de meio quilo quando está vazia e mais de 10% do peso da criança quando tem livros. Dicas que estão no guia Regresso às Aulas em Segurança (ver caixa ao lado), lançado ontem pelo Ministério da Economia e Emprego, em parceria com a Direcção-Geral do Consumidor (DGC) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).

"Há vários conselhos. A questão da mochila é fundamental até para o crescimento da criança, para que esta não assuma más posturas, passando pela recomendação em termos de qualidade/preço, numa perspectiva de levar o consumidor a ter consciência de que em determinado momento poderá ter um produto com a mesma qualidade, mas com um preço mais baixo", enumerou o secretário de Estado adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Quarta-feira, 24.08.11

A Associação de Defesa do Consumidor não defende que este deixe de usar os sites de leilões para adquirir livros escolares, mas aconselha prudência se a opção de compra passar por um destes canais. 

Em declarações à TSF a DECO, que hoje publica uma análise sobre o regresso às aulas, chama a atenção para o facto de não existir "regulamentação específica para proteger o consumidor nas situações de leilão". Deste modo, e em caso de surgir algum problema com a transação torna-se mais difícil fazer valer direitos. 

 

O mesmo conselho vale para outros canais online, onde o utilizador esteja a adquirir livros usados, que na altura da compra não consegue confirmar se estão em bom estado. A proteção do consumidor fica ainda mais em causa quando a transação se verifica entre dois particulares, uma vez que cai fora de uma "situação de consumo". 

A Deco recomenda por isso cuidado máximo nas transações realizadas em sites menos seguros, do ponto de vista da capacidade para fazer valer os direitos dos cidadãos. 

A associação de defesa do consumidor também sublinha na análise hoje publicada que há preços dos manuais que não podem ser ultrapassados, já que estão estabelecidos em convenções e destaca o facto da legislação portuguesa proibir a venda de manuais exclusivamente em conjunto. O consumidor tem de ter sempre a possibilidade de comprar apenas um livro. 

fonte:http://tek.sapo.pt/



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Terça-feira, 23.08.11

"Regresso às aulas em segurança" é o nome do guia apresentado esta terça-feira pelo Ministério da Economia e Emprego, onde se deixam alguns conselhos aos pais para fazerem compras equilibradas em termos de qualidade e preço, sem esquecer o factor segurança.

O documento tem como principal objectivo ajudar as famílias portuguesas a adquirirem um pacote escolar que conte "com uma qualidade e um preço bastante mais aceitáveis", disse António Almeida Henrique, secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

Das matérias de segurança referidas no guia, realizado em parceria com a direcção-geral do Consumidor (DGC) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), sublinham-se as que se relacionam com as mochilas das crianças, que devem ser adequadas à estatura do estudante. A mochila vazia não deve pesar mais de meio quilo, e com material escolar deve corresponder até 10% do peso da criança.

A directora-geral da DGS, Teresa Moreira, sublinhou ainda que o guia pretende esclarecer os consumidor sobre os seus direitos, algo que se torna fundamental "para efeitos de compras".

Entre os conselhos destacam-se "guardar os recibos para efeitos de garantia, a indicação do prazo de garantia é em regra de dois anos, o chamado direito de arrependimento do consumidor, que é o prazo de 14 dias, para mudar de ideias sem sequer ter que justificar", explicou.

Teresa Moreira disse ainda que o guia pretende também chamar a atenção dos mais jovens para a compra de material reciclável, entre outros temas.

Em tempo de crise, torna-se fundamental que as famílias façam "uma responsável gestão do orçamento familiar", destacou Luís Filipe Reis, presidente da direcção da APED.

O guia, que está disponível no site da DGC e APED, pretende demonstrar que "é fundamental regressar às aulas em segurança", concluiu o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.

fonte:http://www.jn.pt



publicado por adm às 23:52 | link do post | comentar

Já não falta muito tempo para o início do ano letivo 2011/2012 – agendado para a semana de 8 a 15 de setembro –, mas são muitas as situações que preocupam. Desde alunos ainda sem escola à falta de docentes (por reforma), passando pelas despesas inerentes ao começo das aulas, com a compra de livros e diversos outros materiais escolares essenciais.

Muitas são as famílias que, devido à crise que se vive em Portugal, este ano optaram por tirar os filhos das escolas privadas. Porém, muitos são também aqueles que ainda não conseguiram arranjar lugar nos estabelecimentos públicos e que continuam sem ter escola definida para o ano letivo 2011/2012.

O facto de muitos professores terem pedido a reforma também está a causar preocupações. Só este ano já se reformaram 2.100 docentes, o que corresponde a uma média mensal de 237. O que significa que cerca de três centenas de professores vão ser colocados em setembro para em outubro deixarem de dar aulas. Este processo de substituição de docentes pode deixar os estudantes sem ter aulas durante um mês.

Tudo a juntar ao facto de os rendimentos familiares estarem ainda mais apertados do que em anos anteriores e as despesas aumentarem significativamente com o início das aulas. De acordo com um estudo recente, as famílias portuguesas gastam em média 500 euros com o regresso às aulas.

fonte:http://www.record.xl.pt/



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Segunda-feira, 22.08.11

Vale tudo na hora de poupar no início deste ano lectivo. Debaixo de olho estão os descontos em livros, kits de supermercado e até manuais em leilões 'online'.

 

Com o mês típico de férias a terminar, este ano de novas medidas de austeridade torna mais difícil de pagar a factura do regresso às aulas. A subida dos juros nas prestações da casa, o aumento dos transportes e a aproximação da subida do IVA na luz e no gás transformou Setembro no mês 'horribilis' para os pais portugueses. Pródigo em gastos com material escolar, livros, computadores ou roupa e calçado, este mês, os portugueses só têm olhos para uma coisa: promoções e descontos, onde quer que eles estejam.

Os hipermercados nacionais estão preparados para receber milhares de famílias, naquele que é já o local de eleição para a compra do material escolar. O Continente, da Sonae, além de todo o 'merchandising' escolar de Justin Bieber, O'Neill, Quicksilver, Hello Kitty ou Winx, aposta, mais uma vez, no cabaz económico que inclui mochila, estojo, cola, lápis, esferográficas, tesoura e borracha por 4,47 euros. Este cabaz existe também em versões mais reduzidas, por 0,99 euros, ou outro nãoaprovado pelo ministro da Educação, Nuno Crato - com uma calculadora digital, por 4,99 euros.

O grupo Auchan optou por um kit económico mais completo, que inclui 14 artigos e atinge 6,89 euros (com caderno, estojo, mochila e conjunto escolar). Adicionalmente, oferece descontos de 50% na compra da segunda unidade de artigos de marca própria. O grupo Auchan, através da marca Jumbo, disponibiliza também um 'site' específico para reservas de livros escolares (www.reservadelivrosjumbo.com).

A Staples, especialista em material escolar e de escritório - e que, em 2010, recebeu a insígnia de cabaz de compras mais barato do regresso às aulas -, tem este ano cerca de 350 artigos considerados 'low price' de um total de 2.334. Ao Diário Económico, fonte oficial da Staples confirmou ainda que, em 2010, durante o período de vigência da campanha do regresso às aulas, vendeu perto de 6,2 milhões de produtos associados ao arranque do ano escolar. No El Corte Inglês repete-se a campanha de regresso às aulas que permite o pagamento em três meses, sem juros, do total das compras feitas em livros e material escolar. A única diferença é que, para facilitar a vida aos pais que visitam o centro em Lisboa, nem sequer têm de subir ao sétimo piso. O grande destaque é dado ao material escolar, que fica concentrado no piso -1. O El Corte Inglês oferece ainda cartões promocionais de 10% do valor das compras efectuadas, para posterior utilização em artigos de papelaria, sapataria desportiva ou desporto, uma promoção vigente até meio de Outubro. A campanha promocional também engloba a área dos manuais escolares, que já conta com 4.000 reservas. 'Site' de leitões atrai seguidores Mas as promoções não se ficam pelos supers e hipermercados ou centros comerciais. E, apesar de preferirem os livros novos, os portugueses começam agora a encontrar também no computador um aliado fundamental à poupança com a escola. Entre Agosto e Outubro de 2010, no 'site' leiloes.net, a categoria de "Manuais Escolares" registou 25.600 visitas, que resultaram em 203 negócios. Cada livro usado tem um custo médio de 7,88 euros, o que permitiu registar um fluxo de negócio da ordem de 1.600 euros. Na categoria de material escolar, foram feitas mais de 6.100 pesquisas, 130 negócios, num total de 4.498 euros.

Este ano, só em Agosto, já se ultrapassaram as 25 mil visitas, para uma oferta de 1.210 manuais escolares e 790 artigos de material escolar.

Segundo os responsáveis da empresa Fixeads, detentora dos portais Standvirtual, Leiloes.net e Coisas.com, é, no entanto, "prematuro divulgar dados relativos às vendas porque, ao contrário do que se passa com os manuais escolares novos, a compra dos manuais usados é feita em vésperas do arranque do ano lectivo", confirmaram ao Diário Económico. Assim, e apesar da matemática não ser o forte dos portugueses, a procura de pechinchas tem-se tornado uma especialidade nacional. Afinal de contas, vale (quase) tudo para sobreviver ao mês seguinte.

fonte:http://www.economico.pt/



publicado por adm às 23:53 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.08.11

A maneira de poupar dinheiro com os manuais escolares que ganha cada vez mais adeptos é através dos sites das livrarias e dos hipermercados: além de ficar com um exemplar novo e sem ter de se preocupar com pormenores – como o estado, as actualizações e se os mais recentes exemplares abrangem já o acordo ortográfico – o preço de capa baixa: as livrarias na internet oferecem descontos até 10% e algumas não cobram pelas despesas de envio. Aqui ficam as respostas a cinco questões essenciais.

Como poupar dinheiro nos livros?

Há três vias conhecidas para se poupar dinheiro na compra de manuais escolares: trocando com outras pessoas (acontece cada vez mais principalmente através das redes sociais, como o Facebook), pedindo um exemplar emprestado e fotocopiando-o (reduz-se para três terços a despesa mas é um crime de direito de autor), comprando em segunda mão pela internet, onde a redução do preço poderá ser, nalguns casos, mais da metade dos preços de capa. 

Por outro lado, há também cada vez mais sites de leilões online que apostam na venda de material escolar chegando a disponibilizar mais de mil artigos em que se incluem estojos, lápis, calculadoras, cola compassos, mochilas... 

E quais são as lojas online mais em conta?

O Dinheiro Vivo escolheu os 12 livros adoptados pelo Agrupamento das escolas Delfim Santos, em Lisboa, para os alunos do 7º ano, ensino regular, para perceber, entre a livraria virtual da Bertrand, Wook, Jumbo e Continente online, quem praticava preços mais baixos. A primeira conclusão é que os descontos variam entre os 5% e os 10% e o cabaz dos manuais escolares comprados online pode custar 275 euros, o que representa uma poupança de sensivelmente 17 euros em relação aos preços de capa. O Jumbo é o que pratica os preços mais baixos, mesmo atendendo que, grosso modo, a diferença em cada exemplar ande entre um e dois euros. Mas havia uma contrariedade: não tinha disponível no dia da requisição quatro dos 12 livros.

As lojas online cumprem os prazos? E os livros chegam em condições?

Modo geral, a resposta às duas questões é sim. De qualquer modo, perguntamos a uma mãe que encomenda pelo segundo ano livros na Wook, site de comércio electrónico de livros da Porto Editora, como tem corrido a experiência. A resposta: “Não tenho qualquer questão a apontar. O site está configurado de forma a facilitar a requisição, mesmo para os mais leigos na internet. Aquando da requisição somos informados de imediato dos elementos necessários para efectuar o pagamento. Quando o fazemos enviam-nos um e-mail a acusar a recepção. Da primeira vez a entrega foi efectuada em dois dias. Agora fui informada que a encomenda poderia demorar mais tempo do que era habitual. Recebi e-mails durante esse tempo a informar do estado da encomenda e quando deveria estar pronta. Um mês depois chegou a encomenda muito bem acondicionada, numa embalagem agradável à vista e de fácil transporte e estava totalmente correcta.” 

Os livros são para uma aluna do 5º ano, custaram 100 euros, com 10% desconto em relação aos preços de capa e cobraram pelos portes 5,20 euros.

O que fazer quando esgotam os manuais escolares?

A melhor maneira de se precaver contra a falta de stock de manuais escolares é fazer uma reserva mal saia as listas dos livros adoptados para que possa ficar descansado. Procure as livrarias de confiança no seu bairro ou perto de si ou então opte pelas lojas de referência que ainda comercializam manuais escolares: a Bertrand é uma delas. No caso das disciplinas estrangeiras procure as livrarias especializadas, que normalmente têm exemplares depois de esgotarem nas lojas tradicionais. Por exemplo: se for um manual de inglês a Livraria Britânica é uma boa hipótese. Assim, corre menos riscos de o seu filho começar a escola sem os livros adoptados.

E quando as livrarias tradicionais não têm?

Se estiverem esgotados e perceber que demorarão tempo a chegar e provavelmente o seu filho passará parte do primeiro período sem o manual, dirija-se à editora do livro que procura. Terá de pagar o preço de tabela mas o problema fica resolvido. A segunda melhor hipótese, caso esgote nas livrarias, é tentar fazer uma encomenda online: existem hoje várias lojas na internet que satisfazem os pedidos dos clientes pelo menos até ao início do ano lectivo, apesar de estarem dependentes dos fabricantes. Fixe quatro nomes: Wook, os hipermercados Jumbo e Continente, e a livraria online da Bertrand.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Sexta-feira, 01.07.11

O regresso às aulas vai decorrer entre o dia 8 e 15 de Setembro, com o ano lectivo 2011-2012 a terminar antes do período de exames, revela o despacho do ministro da Educação, Nuno Crato, publicado esta quarta-feira.

No caso da educação pré-escolar, está previsto o fim das actividades no dia 6 de Julho de 2012, sendo que as interrupções do Natal e Páscoa serão de cinco dias úteis entre 19 e 30 de Dezembro e 28 de Março e 9 de Abril, respectivamente, e do Carnaval entre 20 e 22 de Fevereiro.

No Ensino Básico e Secundário, o despacho aponta para provas de aferição, onde as escolas devem garantir o máximo de dias efectivos de actividades escolares de modo a organizar os tempos dos alunos não abrangidos.

Neste caso, o primeiro período termina a 16 de Dezembro, e o segundo terá início a 3 de Janeiro, com as férias da Páscoa a realizarem-se entre 23 de Março e 10 de Abril. 

Para os alunos do 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, as aulas terminam a 8 de Junho, enquanto os restantes concluem o período de aulas a 15 de Junho.

fonte:http://www.abola.pt/



publicado por adm às 19:41 | link do post | comentar

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