Domingo, 12.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



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Sábado, 11.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Domingo, 29.07.12

Na internet, há manuais escolares em segunda mão à venda por 99 cêntimos, uma alternativa de poupança para as famílias que chegam a gastar 400 euros com o início das aulas.

Hipermercados, cadeias livreiras e até papelarias de bairro já começaram as campanhas promocionais de livros e material escolar. Mas, para muitas pessoas, a poupança faz-se sem sair de casa.

No site ‘leilões.net’ há milhares de livros usados à venda. No total são quase 200 anúncios e alguns oferecem manuais a 99 cêntimos.

O ‘venderlivros’ tem mais de 200 ofertas e no site ‘OLX’ estão quase mil anúncios. Nos últimos dias, as propostas on-line dispararam: na quinta-feira, por exemplo, foram colocados mais de 60 novos anúncios no OLX.

No início da semana, Maria Cristina Carvalho, de Vila Franca de Xira, foi uma das utilizadoras que pôs um anúncio no OXL: vende 52 manuais do 1º ao 8º ano. Maria tem esperança no negócio, apesar de reconhecer que a sua oferta é «apenas uma entre milhares».

Caso tenha sucesso, o dinheiro será usado para comprar livros dos dois filhos: «Um vai para o 7º e outro para o 9º. São cerca de 400 euros, só em livros», contou à Lusa.

Na internet há milhares de livros a preços de saldo e há quem consiga poupar mais de 100 euros.

Carla Rocha, de Setúbal, usa este sistema desde que o filho entrou para o 6º ano.

«Nos dois primeiros anos poupei dois terços do valor que teria de gastar se comprasse novos», conta à Lusa. Em 2011, «ano mais fraco do negócio», economizou 80 euros e os manuais estavam todos em «bom estado».

No entanto, ainda são poucos os que recorrem a esta opção e não é nas mochilas das crianças mais carenciadas que andam os materiais em segunda mão.

«Os alunos do escalão A recebem os livros gratuitamente e os do escalão B têm de apresentar as facturas para receberem apoio escolar social. Os outros alunos é que usam livros usados, mas não são muitos», garante a professora da escola primária da Trafaria, Carla Gonçalves.

Maria Carvalho ficou desempregada e este ano tem direito a apoio escolar, por isso não deverá comprar livros usados: «É preciso entregar factura para receber o apoio e na net ninguém a passa», desabafa. No entanto, «se encontrar os livros todos por 150 euros nem penso duas vezes».

É que quem recebe apoio social tem de avançar primeiro com o dinheiro e só depois é ressarcido. Só os mais carenciados recebem os livros gratuitamente.

É o caso da neta de João D. (nome fictício). A menina, de oito anos, beneficia desde o 1º ano do apoio social escolar, mas muitas vezes começa as aulas sem ter todo o material.

«Os livros vão chegando a conta-gotas», lamenta o avó, explicando que a neta «já está habituada a esta situação, que ultrapassa muitas vezes com recurso a fichas e aos livros do colega do lado».

Entretanto, no ano passado surgiu um novo movimento de troca de livros: o «Banco do Livro Escolar – Troca Gratuita de Livros Escolares». Tem uma página no Facebook com 10 mil amigos e 60 bancos de recolha e troca gratuita de manuais espalhados pelo país.

De acordo com um levantamento feito pela Lusa, em média, uma família com uma criança no ensino básico gasta cerca de 50 euros. Já no 2º ciclo, o valor sobe para 100 e no 3º ciclo a factura dos manuais escolares pode chegar aos 300 euros.

A venda e compra de livros usados online também acontece no ensino superior. Na net há quem venda «todos os livros do curso de Direito» a metade do preço e garanta que estão «como novos».

fonte:Lusa/SOL



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Quinta-feira, 19.07.12

Se o Estado avançasse com a regulamentação do empréstimo de livros escolares poderia poupar «105 milhões de euros em três anos». As contas foram feitas pelo Movimento pela reutilização dos livros escolares.

Criado no verão de 2011, este movimento conta já com 60 bancos de recolha e troca gratuita de manuais espalhados pelo país e deseja que o Governo regule rapidamente o empréstimo destes livros.

Fundado pelo explicador de matemática do Porto Henrique Trigueiros Cunha, em agosto do ano passado, através da rede social Facebook, o Movimento tem como «único objetivo tornar a reutilização de livros escolares uma prática universal em Portugal».

E argumenta: «Como é que num país falido o Estado contínua a gastar milhões de euros por ano com a compra de livros escolares para famílias que recebem apoios da ação social»?.

O responsável lembrou à Lusa que a realidade portuguesa «é única na Europa, porque em todos os outros países, a começar pela Noruega, há um sistema formal ou informal que promove a troca de manuais».

Henrique Cunha classificou o Movimento como «um sucesso», afirmando que, mais do que estar a ajudar as famílias que têm dificuldades económicas, este movimento pretende incentivar a troca e mostrar que tal é possível e simples.

«Nunca imaginei que o Movimento crescesse como cresceu», confidenciou, desconhecendo os milhares de livros que foram já movimentados.

Na sua opinião, «ou Portugal está em crise para tudo ou não está em crise para nada» e a troca de manuais «é uma evidência», sendo por isso mesmo que o movimento cresceu tão depressa.

Nos bancos de troca gratuita de livros espalhados um pouco por todo o país, e já nos Açores, não há reservas nem se aceitam listas, porque os voluntários chegaram «a um ponto comum: ao princípio do valor acrescentado zero».

«Compete ao Governo encontrar a solução. A minha iniciativa é apenas a de alertar, mostrar que eu e mais 60 bancos de recolha e troca de manuais escolares queremos muito falar sobre a reutilização dos livros».

Para Henrique Cunha, é evidente que todas as famílias que têm que comprar manuais escolares questionam o porquê de gastar dinheiro em livros que não servem para mais nada.

«Este é um problema de educação e penso que só um embaraço pode estar a atrasar a regulamentação» do empréstimo dos manuais.

Henrique Cunha referiu que, desde meados de junho, o número de visitas à página do Movimento no Facebook e na internet (reutilizar.org) «subiu vertiginosamente», considerando que este sinal traduz as preocupações dos encarregados de educação em preparar o arranque do próximo ano letivo.

«Estamos a receber cerca de 50 mil visitas por dia», disse, referindo ainda que são as mulheres quem mais visitam as páginas (80%).

Para o fundador, o movimento é uma forma de «dar um bocadinho do tempo a uma causa», que conta já com o apoio de diversas autarquias, como Faro, Vale de Cambra e Vila Franca de Xira.

São aceites livros escolares do 1.º ano ao 12.º ano, sendo que o promotor apela aos «universitários a entregarem os seus livros do secundário», porque são os que mais rareiam nas prateleiras dos bancos.

Em setembro de 2011, a Assembleia da República recomendou ao Governo a regulamentação para o empréstimo de livros escolares.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Domingo, 15.07.12

Esta segunda-feira arrancam as candidaturas ao ensino Superior. Este ano, há 52 298 vagas - menos 1202 do que em 2011. Os cursos de Educação sofrem um corte de 20%. As engenharias oferecem um quarto das vagas.

 

Só em cursos de Informática, há 3390 vagas - é das maiores ofertas disponibilizadas, juntamente com Gestão (2223), Enfermagem (1993), Direito (1342) e Medicina (1321).

No despacho de fixação das vagas, publicado em junho, é recomendado às instituições a aposta nos cursos de Matemática, Engenharias, Informática e Ciências. Mas a primeira, fica-se pelas 354 vagas, bem longe das 12 387 vagas nos diversos cursos ligados a engenharias e que representam 23,7% do total de lugares disponibilizados.

No total, este ano há 52 298 vagas - menos 1202 do que em 2011. O despacho já previa o congelamento de lugares, exceto quando as instituições comprovam a empregabilidade dos cursos. No comunicado enviado às redações, o Ministério da Educação e Ciência defende que a redução (2,2%) "é inferior ao número de vagas" que sobrou em 2011, após a terceira fase de de colocações: 7884 (14,7%). A Universidade do Algarve é a que perde mais vagas em relação a 2011 - 199. No ensino politécnico, é o Instituto do Cávado e Ave (menos 220 lugares).

A primeira fase vai decorrer até 10 de agosto e, à semelhança do ano passado, os alunos só podem candidatar-se via online.

Para o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, o corte não é significativo. "Há efetivamente vagas que nunca são preenchidas, mais no privado do que no público e mais no politécnico do que no universitário. Mas também não há vantagem em reduzir", frisa Alberto Amaral ao JN, defendendo que a rede deve antes ser racionalizada através dos cursos com poucos alunos inscritos e baixa taxa de empregabilidade.

"Decisão empírica"

O corte de 20% nos cursos de Educação consta do despacho de fixação das vagas. Das 1.426 vagas de 2011, são este ano disponibilizadas 1.182. Para o secretário-geral da Federação Nacional de Professores, a medida visa claramente reduzir o número de docentes nas escolas e centros de emprego. No entanto, é "uma decisão empírica, não fundamentada em nenhum estudo", diz Mário Nogueira. Porque se é certo que haverá menos alunos com a quebra da taxa de natalidade, haverá mais nas escolas com o alargamento da escolaridade obrigatória.

De acordo com o INE, o desemprego docente subiu 120% no último ano. Em média, saem diariamente do país dez enfermeiros. Aos alunos são disponibilizadas 1993 vagas em cursos de enfermagem - menos 6 do que em 2011.

fonte:http://www.jn.pt/




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Sexta-feira, 09.09.11
Identifique os artigos que pode reutilizar no próximo ano lectivo, faça a lista do que tem de comprar, defina o montante e procure o super ou hipermercado mais em conta. O Negócios dá uma ajuda.

As campanhas de "Regresso às aulas" proliferam pelas superfícies comerciais. Das maiores às mais pequenas, não há nenhuma que não tente atrair as famílias com cabazes económicos que têm o essencial para a escola. Em ano de austeridade, cortes salariais e aumento do custo médio de vida, o melhor é tentar reutilizar o máximo de material escolar que puder. Se puder, tente encontrar os manuais escolares entre amigos e familiares e "reciclá-los" sempre que possível. Pesquise nos sítios se há opções mais baratas. No Leiloes.net, por exemplo, é possível comprar manuais usados por cerca de 7,50 euros. 

O ideal é que comece a poupar desde o início do ano para esta despesa extra e inclui-a no orçamento familiar. Evita que as suas férias terminem com um sabor amargo a carteira vazia e faça as suas compras mais descansado. Se isso não tiver acontecido, procure poupar onde puder no orçamento de Setembro. Saia de casa com a lista feita e com um montante total já definido. Por muito que custe, tente resistir aos bonecos, marcas de roupa, ao impulso e aproveite os produtos de marca branca. 

A maior parte dos super e hipermercados já vendem cabazes com o essencial para a escola a um preço reduzido. No Jumbo, o Kit Económico custa 6,89 euros e inclui um caderno Mitos a 1,49 euros, um conjunto com 12 lápis de cor, de cera, de aguarela, dois lápis de carvão, uma esferográfica azul, outra verde, uma borracha, um tubo de cola, uma tesoura, uma afia e uma régua de 15 centímetros, por 3,39 euros. O estojo custa 56 cêntimos e a mochila, disponível em quatro cores, custa 1,45 euros. 

No E.Leclerc, por 6,99 euros traz para casa uma mochila (3,45 euros), protecção para cadernos (0,20 euros), tesoura (0,30 euros), borracha branca (0,35 euros), um conjunto de 12 lápis de cor (0,50 euros), outro de desenho com transferidor, régua e esquadro (0,35 euros), um estojo redondo (0,59 euros), quatro esferográficas (0,30 euros), um apara lápis com depósito (0,30 euros), quatro lápis HB com borracha (0,30 euros) e 12 marcadores por 35 cêntimos. Todos os produtos são da marca Eco +.

Por 4,47 euros compra o conjunto elaborado pelo Continente, com uma mala a 1,99 euros, um estojo a 0,99 euros e um kit escolar básico de 1,49 euros que contém uma cola bastão, dois lápis, uma caneta azul e uma verde, tesoura e uma borracha branca. Além destes, há outros mini-conjuntos que pode fazer. Por 99 cêntimos traz um estojo com lápis, afia, e uma régua de 15 centímetros, enquanto que por mais 30 cêntimos leva um kit com quatro lápis, uma borracha, afia e quatro elásticos coloridos. Com 2,99 euros, pode incluir uma tesoura, agrafador, régua, cola bastão, afia e borracha. Paga mais um euro e traz uma caneta, tesoura, duas molas, calculadora digital e dois marcadores fluorescentes. 

A Staples não elaborou nenhum kit, mas fez uma selecção dos artigos "Low price", os mais baratos da loja. Quem quiser trazer os produtos mais económicos, basta verificar se têm a advertência colada nas estantes e colocá-los no cesto ou no carrinho.

Mochilas, estojos, cadernos, dossier e blocos com bonecos e fantasias ficam sempre mais caros do que os produtos de marca branca. As mochilas das marcas de surf, por exemplo, podem chegar aos 40 e 50 euros, enquanto que as famosas Eastpack rondam os 35 euros. No El Corte Inglés, foi difícil encontrar uma mochila que custasse menos de 22 euros, o que encareceu bastante o cabaz. 

Menos de 10 euros 
Entre 22 e 25 de Agosto, o Negócios fez uma ronda pelos vários super e hipermercados a operar em Portugal. Objectivo: saber o que ofereciam a quem regressa às aulas em Setembro. Fez uma lista com 14 bens essenciais para a escola, da mochila às réguas e esquadros e pôs-se a caminho. Encontrámos o cabaz mais económico no Jumbo, seguido do E.Leclerc, Staples, Continente e Pingo Doce. O Cabaz do El Corte Inglés é o mais caro, chegando aos 46,35 euros. 

Regra geral, por cerca de 12 euros, ou menos, é possível trazer o essencial para a escola. Na pesquisa, optou-se sempre pela a oferta mais económica para cada item da lista, independentemente da quantidade de unidades que trazia. Não foram considerados conjuntos, pois o objectivo era comprar cada artigo pelo menor preço possível. A maioria dos produtos escolhidos pertence à marca própria do estabelecimento ou equivalente. 

No Lidl, só conseguimos encontrar uma mochila Top Move, por 6,99 euros, um conjunto de canetas United Office por 1,49 euros, um compasso de seis peças United Office por 2,99 euros e um conjunto de 12 lápis de cor da mesma marca por 2,49 euros. Aqui, gastaríamos 13,96 euros e não traríamos um terço da nossa lista. 

No Mini-Preço, havia quase tudo. Por 9,25 euros, traz para casa uma mochila clássica (4,99 euros), um estojo by Chenton (0,84 euros), três canetas EBBE (0,49 euros), um conjunto com três lápis, borracha e afia EBBE, um dossier Mitos (1,59 euros), 12 lápis de cor EBBE (0,65 euros) e 12 canetas de feltro EBBE (0,69 euros). Só não foi possível encontrar régua, esquadro, compasso, separadores e recargas. Por este motivo, não foi incluído na tabela abaixo.






Regresse às aulas com menos de 10 euros

A "rentrée" escolar está aí. Mais uma vez, o Negócios foi à procura dos cabazes mais económicos para quem inicia o novo ano-lectivo. A lista continha 14 artigos e o objectivo era encontrar a oferta mais barata para cada item. No Jumbo, foi possível comprar o essencial para a escola por menos de 10 euros, mas no E.Leclerc, Staples e Continente também o faz com cerca de 11 euros. No Pingo Doce, acrescenta mais um euro.






Na Austrália, faz-se assim

A actual crise financeira levou os australianos a porem em prática um programa que dê resposta à sequência das aprendizagens esperadas ao longo da escolaridade básica. 


• 3º ano O dinheiro não inclui apenas moedas e notas, chega de diversas fontes e é limitado. Pode ser trocado por bens e serviços, como o bilhete de autocarro e do cinema, mas também poder utilizado para satisfazer desejos e necessidades, como comida, roupa e uma casa para viver.

• 5º ano Os consumidores têm direitos e deveres. As pessoas têm o direito de aceder a produtos que respeitem as normas de segurança, mas têm o dever de pagar atempadamente as suas contas. O dinheiro pode ser emprestado, através da utilização de cartões de crédito ou de empréstimos, mas também pode ser aplicado em poupanças, que geram lucro.

• 7º ano Com esta idade, as crianças já deverão distinguir os factores que afectam as escolhas, como a publicidade, a pressão dos amigos, a compra por impulso, entre outros. Devem definir objectivos financeiros pessoais e distinguir entre o planeamento a curto e a longo prazo e saber que o Estado providencia bens e serviços para responder às necessidades dos consumidores.

• 9º ano Nesta fase, os adolescentes já deverão ter consciência sobre a legislação do consumidor e sobre a importância da manutenção do registo das suas finanças pessoais. Devem compreender que o recurso ao crédito implica pagar juros ou outras despesas e que a exactidão e imparcialidade da informação financeira e de consumo podem variar, devendo sempre aceder a organismos oficiais de defesa do consumidor.

Fonte: Ministério da Educação




Quando o barato sai caro

Na hora de comprar a mochila, evite olhar apenas para o preço. Uma boa compra hoje pode garantir um futuro mais saudável amanhã. 

Várias superfícies comerciais vendem mochilas por pouco mais de um euro, apesar de os preços poderem subir até aos 50 euros, consoante a banda ou a bonecada preferida dos mais pequenos. Independentemente do dinheiro que vai gastar com este artigo, não se esqueça que é o mais importante da lista. A escola deve permitir um crescimento saudável e uma mochila pouco indicada pode trazer problemas graves às costas da sua criança. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as crianças não devem transportar mais do que 10% do seu peso ideal. Entre os 10 e os 12 anos podem surgir escolioses e degeneração dos discos da coluna, pois a formação óssea ainda não está completa e o excesso de peso só vem prejudicar. As conclusões chegam de um estudo da Proteste, publicado em Setembro, que adverte os pais para este problema. O número de disciplinas diárias dos alunos não ajuda, pois exigem o transporte de vários tipos de artigos. A solução passa pela escola, professores e pelos encarregados de educação que devem adoptar medidas preventivas, como a instalação de cacifos no edifício escolar. 

Quando chega a hora de ir às compras, leve o seu filho consigo. Pese a mochila com todo o material necessário e verifique se não excede os 10% do peso corporal. Se a criança pesa 30 quilos, a mochila não deve pesar mais do que três. Se o peso for superior, opte por comprar uma com rodas, com pega regulável, para se adaptar à altura do seu filho. Este não deve dobrar o braço ou o tronco para puxá-la. 

As alças devem ser ajustadas para que a mochila fique acima da anca. Tente aliar o conforto, ao preço e ao gosto da criança. Uma mochila vazia não deve pesar mais do que meio quilo, as alças devem ter, pelo menos, quatro centímetros de largura na zona dos ombros e devem evitar roçar o pescoço. Devem ser reguláveis para se ajustarem às costas e um cinto ao nível da cintura evita oscilações, ajudando a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar. Quanto às fivelas, verifique se são práticas e resistentes.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


publicado por adm às 23:11 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.09.11

O potencial de marketing que tem o regresso às aulas é visível em qualquer loja que lide com produtos relacionados com a escola. A promoção é sobre livros escolares, cadernos, lápis e canetas, réguas, batas ou uniformes, além de sapatos e roupas novas porque o Verão se encarregou de fazer crescer braços, pernas e pés dos miúdos.


Não se deixe levar pelo marketing do regresso às aulas. Escolha o essencial

Contas feitas, a factura é bem pesada, podendo chegar aos 200 euros por filho. Por isso é que o mês de Setembro é difícil para quem tem filhos (não é só por causa do fim das férias). Isto sem pensar em eventuais mensalidades de colégio ou de actividades de tempos livres (ATL) para colmatar os horários de trabalho dos pais.

Aproveite as informações sobre as várias promoções que lhe chegam à caixa de correio e, se isso tornar os produtos mais baratos e se se justificar, opte por comprar em grande quantidade e dividir a despesa com outros pais. Em casa, decidam aquilo que será preciso comprar ou o que pode ser reutilizado de anos anteriores, munindo-se das listas que as escolas habitualmente preparam. Se quer mesmo evitar desvios ao orçamentado não leve os seus filhos às compras. Se tiver alguma margem, e filhos mais crescidos, deixe-os fazer algumas escolhas na loja, mas vá com um orçamento e uma lista de compras definida, senão pode facilmente ultrapassar o essencial.

Livros são um bom investimento

O mercado dos livros escolares vale mais de cem milhões de euros e os custos aumentam de ano para ano. Já sabe de que livros os seus filhos precisam? Pode consultar a lista no Ministério da Educação e confirmar junto da escola. Actualmente já pode fazer encomendas dos livros na internet, potencialmente recebendo algum benefício, como descontos ou entrega sem custos. Em wook.pt pode contar com entrega por estafeta em sua casa. Alguns hipermercados também oferecem desconto, que pode ser aumentado com a utilização do cartão de fidelização.

Já que estamos a falar de ler, não se fique só pelos livros escolares. Invista em bons livros de leitura adaptados à idade dos seus filhos. É a melhor maneira de aprenderem a falar e a escrever correctamente. Se ainda não souberem ler, habitue-se a ler-lhes todos os dias uma pequena história.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



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Segunda-feira, 05.09.11

A campanha "Regresso às Aulas" promovida pelo portal Leiloes.net registou nas últimas semanas uma forte procura de todos os produtos relacionados com o sector, sobretudo dos manuais escolares. Esta categoria registou até hoje e desde o início da campanha mais de duas centenas de transacções.

A campanha "Regresso às Aulas" promovida pelo portal Leiloes.net registou nas últimas semanas uma forte procura de todos os produtos relacionados com o sector, sobretudo dos manuais escolares. Esta categoria registou até hoje e desde o início da campanha mais de duas centenas de transacções.

A campanha "Regresso às Aulas" pretende não apenas divulgar os mais de 2 500 produtos relacionados com o novo ano escolar, mas também sensibilizar as famílias para o facto que podem reduzir de forma significativa o valor da factura do regresso às aulas ao comprar manuais escolares usados ou ao vender aqueles que já não necessitam e recuperar dessa forma parte do investimento de anos anteriores, refere uma nota da organização.

Através das categorias "Manuais Escolares" e "Material Escolar" o Leiloes.net disponibiliza mais de 2 500 produtos entre manuais escolares novos e usados, desde 1,5 euros, cadernos de exercícios, livros de revisões, cadernos, estojos de lápis e canetas, mochilas, calculadoras cientificas e até computadores Magalhães e tablets.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/a



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Sexta-feira, 26.08.11

O que (não) deve fazer



O tema do regresso às aulas e da inevitável compra do material escolar já foi, certamente, falado mais do que uma vez na sua casa.

Com o aproximar do mês de setembro as campanhas publicitárias e as superfícies comerciais recordam, mesmo aos mais distraídos, que o período de descanso está a terminar.

Frases como «Mãe, temos de ir comprar os livros», ou «Pai, vi uns cadernos muito giros hoje! Compras-me?» surgem diariamente e começam, por um lado, a inquietar os mais jovens e, por outro, a preocupar os adultos devido ao impacto financeiro que acarretam no orçamento mensal. É exatamente para que consiga evitar desequilíbrios que gostaria de deixar alguns conselhos.

Quem planeou esta despesa logo no início do ano ou quando recebeu o subsídio de férias, o que é desejável, não terá agora grandes constrangimentos orçamentais. No entanto, quem não o fez deverá reavaliar o seu orçamento mensal e ver que despesas poderá cortar ou reduzir para fazer face a estes custos suplementares.

Sugiro que os pais definam, em conjunto com os filhos, o que realmente é necessário adquirir e o que pode ser reutilizado do ano anterior. Depois de chegarem a acordo sobre o material necessário e de elaborada a lista de compras, definam o orçamento disponível para estas despesas e façam uma pesquisa de mercado, quer através dos sites, quer de folhetos de superfícies comerciais ou até mesmo em visita às mesmas.

Lembre-se que pode sempre pedir emprestados ou trocar manuais ou outros materiais em bom estado, para que os mais pequenos tenham sempre novidades. O mesmo se aplica ao vestuário, uma vez que estamos na época de renovar o guarda-roupa.

Tendo em conta que esta é uma época ótima para incutir noções de educação financeira, já que a motivação dos jovens para o tema é muito elevada, envolva-os em todo o processo. Assim, na ida às compras, responsabilize os seus filhos não só pelo cumprimento da lista e do orçamento definido.

Esta responsabilização permite aos mais jovens fazer escolhas de forma a não ultrapassar o orçamento estabelecido e perceber os limites. Apoie os mais jovens na tomada de decisão, mostrando-lhes, por exemplo, a diferença de preços entre as várias marcas. E, porque muitas vezes o material comprado não se coaduna com o pretendido pelos professores, aconselho-o a comprar apenas o que é necessário e comum a todas as disciplinas.

Isto permite-lhe, por um lado, dividir as despesas pelos meses de setembro e outubro, já que as aulas começam a meados de setembro e os professores dão alguma margem para a aquisição de materiais específicos.

Por outro lado, possibilita-lhe evitar despesas com material que depois poderá não ser utilizado.

Na aquisição dos manuais escolares, opte por comprar através da internet, uma vez que se conseguem descontos sobre o preço de capa. Analise os preços dos livros nos sites das editoras, livrarias e em grandes superfícies comerciais para perceber quais são os mais vantajosos para si.

Se optar por adquirir livros em segunda mão, poderá recorrer a conhecidos, mas também pode optar por leilões na internet. Em suma, o importante é que estes gastos não signifiquem um desequilíbrio no orçamento familiar e que esta época seja aproveitada para dar formação financeira aos seus filhos.

Texto: Susana Albuquerque (secretária-geral da ASFAC e especialista em finanças pessoais)

fonte:http://familia.sapo.pt/



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Terça-feira, 23.08.11

"Regresso às aulas em segurança" é o nome do guia apresentado esta terça-feira pelo Ministério da Economia e Emprego, onde se deixam alguns conselhos aos pais para fazerem compras equilibradas em termos de qualidade e preço, sem esquecer o factor segurança.

O documento tem como principal objectivo ajudar as famílias portuguesas a adquirirem um pacote escolar que conte "com uma qualidade e um preço bastante mais aceitáveis", disse António Almeida Henrique, secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

Das matérias de segurança referidas no guia, realizado em parceria com a direcção-geral do Consumidor (DGC) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), sublinham-se as que se relacionam com as mochilas das crianças, que devem ser adequadas à estatura do estudante. A mochila vazia não deve pesar mais de meio quilo, e com material escolar deve corresponder até 10% do peso da criança.

A directora-geral da DGS, Teresa Moreira, sublinhou ainda que o guia pretende esclarecer os consumidor sobre os seus direitos, algo que se torna fundamental "para efeitos de compras".

Entre os conselhos destacam-se "guardar os recibos para efeitos de garantia, a indicação do prazo de garantia é em regra de dois anos, o chamado direito de arrependimento do consumidor, que é o prazo de 14 dias, para mudar de ideias sem sequer ter que justificar", explicou.

Teresa Moreira disse ainda que o guia pretende também chamar a atenção dos mais jovens para a compra de material reciclável, entre outros temas.

Em tempo de crise, torna-se fundamental que as famílias façam "uma responsável gestão do orçamento familiar", destacou Luís Filipe Reis, presidente da direcção da APED.

O guia, que está disponível no site da DGC e APED, pretende demonstrar que "é fundamental regressar às aulas em segurança", concluiu o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.

fonte:http://www.jn.pt



publicado por adm às 23:52 | link do post | comentar

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