Segunda-feira, 27.08.12

O mês de Setembro pode significar um rombo no orçamento familiar de quem tem filhos, a não ser que siga as dicas do Negócios. Em quatro estabelecimentos foi possível encontrar cabazes com o essencial para a escola a menos de dez euros. Mais: há kits económicos para todos os gostos.

É o que chamam "rentrée escolar": crianças e pais pelos super e hipermercados com listas na mão à procura dos melhores preços. Regra geral, os folhetos estão à entrada e antes de comprar é bom que analise quais as ofertas mais económicas. Se não tiver começado a poupar desde o início do ano para esta despesa extra, como seria ideal, saber onde estão os preços mais baixos é uma ajuda. 

Para evitar uma factura maior do que a sua carteira, há alguns aspectos que deve ter em atenção. Primeiro, faça uma lista de todo o material que o seu filho precisa. Verifique se ainda existe material do ano passado que possa ser utilizado e elimine-o da lista para este ano lectivo. É importante que as crianças tenham um olhar crítico sobre a lista e que sejam capazes de distinguir as suas verdadeiras necessidades dos caprichos. Por isso, devem ser envolvidos em todo o processo. Ao discutirem as prioridades com os pais, ficam mais sensibilizados para a questão do dinheiro. 

É uma óptima altura para introduzir o conceito de orçamento familiar e definir, à priori, quanto é que vão gastar com as compras deste ano. Esta é a melhor ferramenta que a família pode utilizar para saber quanto gasta e onde gasta o seu dinheiro. 

Antes de sair de casa, consulte os vários folhetos com as promoções de "regresso às aulas" e sinalize as opções mais económicas. Regra geral, as marcas brancas costumam ser as líderes dos preços baixos. Estes podem variar de estabelecimento para estabelecimento, mas uma coisa é certa: os artigos de fantasias tendem a ser mais caros. Por isso, é importante que tente resistir às compras impulsivas. Não se desvie da lista que elaborou e do orçamento que pré-definiu. Comprar online pode ser uma boa opção, quer para os manuais escolares quer para o material escolar. Na Staples, por exemplo, encontrámos vários artigos com preços reduzidos, exclusivos para compras online. 

Nesta altura, é comum encontrar alusões ao crédito quer em hipermercados quer em livrarias, mas tenha atenção. Antes de optar por esta forma de financiamento, faça contas e determine se o seu orçamento familiar aguenta mais essa dívida. Mais: quanto mais cedo começar a comprar o material escolar, melhor. Não deixe esta tarefa para a véspera. Atrasar esta decisão só vai fazer com que o seu cabaz fique mais caro, porque os artigos mais baratos podem ser os primeiros a esgotar. Os saldos de Verão também são uma boa oportunidade para comprar roupa para o ano que vem, bem como as lojas e centros comerciais "outlet". 


Vamos às compras
O Negócios fez a lista dos itens que considerou importante incluir no cabaz de material escolar e fez uma ronda por vários estabelecimentos comerciais, entre 21 e 23 de Agosto. Também pesquisou nos sítios on-line das superfícies sempre que tal foi possível. Regra geral, os cabazes estão mais baratos do que no ano passado, sendo que, este ano, foi possível encontrar todos os artigos da lista por menos de 10 euros em quatro estabelecimentos: Continente (8,88 euros), Jumbo (8,91 euros), Staples (9,40 euros) e E.Leclerc (9,87 euros). No Pingo Doce o cabaz ficou-nos a 13,22 euros (mais 40 cêntimos do que no ano passado), apesar de ter em vigor a campanha "Poupe metade do valor no regresso às aulas". Contudo, esta promoção só é válida para quem fizer compras de valor igual ou superior a 25 euros em supers e hipers, até 16 de Setembro. 

No Minipreço não foi possível encontrar todos os itens da listagem. Ficou a faltar a régua, esquadro, compasso, borracha, afia, separadores e as recargas. Encontrámos uma mochila básica Sports por 2,89 euros, um estojo Chenton por 84 cêntimos. três canetas EBBE por 0,49 euros, um conjunto com três lápis EBBE, uma borracha e uma afia pelo mesmo preço e um dossier Mitos por 1,99 euros.

Não considerámos conjuntos na tabela porque o objectivo era comprar cada artigo individualmente e, regra geral, a marca branca da superfície comercial foi a que apresentou melhores preços. 







Crédito para um curso exige garantia do Estado 

Os custos com o Ensino Superior vão muito além das propinas, sobretudo para quem muda de cidade. Conheça as alternativas de quem não pode pagar a formação "a pronto".


Tirar um curso superior pode ter-se tornado um luxo, sobretudo para as famílias que enfrentam o flagelo do desemprego, o que não quer dizer que deva adiar os seus sonhos. Antes de dizer "não" à sua formação académica estude as alternativas. A banca é uma delas, mas, tente falar com a sua família ou amigos chegados primeiro. O montante que precisa pode vir deles sem se comprometer com uma instituição financeira. O conselho vem da Deco - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores: "se lhe pagar uma taxa de juro superior à dosdepósitos a prazo, o negócio é vantajoso para ambas as partes", lê-se no sítio da associação. Mas não se esqueça: faça um contrato ou uma escritura pública para montantes acima de 20 mil euros. 

Contratar um crédito com penhor é outra das opções. Só precisa de ter um fundo de investimento, um plano de poupança reforma ou outra aplicação financeira cujo montante seja igual ou superior ao que vai pedir. Se não for esse o seu caso, então a linha de crédito com garantia do Estado é a solução mais económica. "Se o aluno tiver uma boa média e receber o capital de forma faseada, paga menos juros", segundo a associação. E exemplifica: para uma empréstimo até 25 mil euros, não exige livranças nem fiadores, libertando o dinheiro em tranches máximas de 5 mi euros. Além disso, têm um período de carência de capital até um ano após a conclusão do curso. Até lá, vai pagando os juros. Os bons alunos têm uma ajuda: as médias anuais entre 14 e 16 valores concedem um desconto de 35% no spread, ou seja, passa de 1% para 0,65%. Quem tem mais de 16, paga apenas 0,2%. 

A linha do Estado existe desde 2007, mas em 2011 ninguém pôde recorrer a ela. Foi retomada em Janeiro e a procura levou a que alguns bancos já não tenham dado resposta aos pedidos a partir de Junho, segundo fonte do Ministério da Educação e Ciência. A linha de crédito acaba a 31 de Agosto.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h



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Quinta-feira, 16.08.12

O inquérito do Observador Cetelem sobre as intenções de consumo no regresso às aulas revela que 89% dos portugueses continuam a optar pela compra de manuais escolares novos. Uma percentagem significativa, mas inferior à do ano passado (99%). O inquérito, divulgado esta quinta-feira, revela ainda que 18% opta pela compra em segunda mão e 20% pede emprestado.

O decréscimo na compra de manuais novos explica a subida na compra de livros em segunda mão, que é opção para 18% dos inquiridos (mais 7% que em 2011), enquanto 20% dos consumidores pede manuais emprestados, algo que no ano passado era prática para apenas 13% dos encarregados de educação. O Observador Cetelem revela ainda, que 60% dos portugueses compra os livros num momento diferente do restante material.

«A compra dos livros escolares continua a ser responsável por grande parte do orçamento destinado ao regresso às aulas. Os consumidores portugueses ainda não criaram o hábito de comprar os manuais em segunda mão ou até pedir emprestado. No entanto, este é um comportamento que tende a sofrer alterações face à recessão económica que o país atravessa. Neste inquérito do Observador Cetelem, esta tendência já se começa destacar», afirma Diogo Basílio, responsável do Observador Cetelem.

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



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Quarta-feira, 15.08.12

O espírito ainda é de praia, mas o arranque das aulas já tem data marcada para breve. Setembro é o mês em que o orçamento familiar tem de ter em conta as despesas com livros e material escolar. 

Um estudo de uma entidade de crédito, a Cetelem, concluiu que as famílias portuguesas, ainda que em momento de crise, esperam investir em média 507 euros em material e livros escolares. São mais 8 euros do que no ano passado. A fatura atinge rapidamente valores pesados para a carteira.

Alternativa: reciclar ou pedir emprestado

Reciclar material do ano anterior, pedir livros emprestados ou recorrer a marcas mais em conta são algumas estratégias e justificações para que nos escalões em que as famílias pretendem gastar até 250 euros ou entre 250 e 500 euros a percentagem tenha descido este ano. 

Ainda assim, o mesmo estudo dá conta de que o valor médio gasto por pessoa terá um aumento dos 381 para os 384 euros.

Famílias endividam-se para comprar material

Valores que muitas vezes irão ser pagos com o cartão de crédito: 30% dos inquiridos admite recorrer a este meio de pagamento e 11% dão já mesmo essa certeza.

Para se chegar a estas conclusões, foram entrevistados 600 portugueses entre os 18 e os 65 anos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Domingo, 12.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



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Sábado, 11.08.12

Os portugueses preveem gastar mais dinheiro em 2012 com o regresso às aulas, aumentando a média de custos de 499 para 507 euros. A crise veio trazer várias alterações aos planos dos consumidores, que agora pretendem pedir mais livros emprestados ou em segunda mão, usar mais o cartão de crédito e reduzir a mesada dada aos filhos.

Esta despesa de 507 euros refere-se a uma média de 1,32 pessoas – o que significa que cada aluno custa 384 euros. No caso de de haver dois filhos a estudar, os custos sobem consideravelmente.

As conclusões são do novo Observador Cetelem: Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas. O estudo indica que aumentou a percentagem de inquiridos com filhos em idade escolar – de 24% em 2011 para 28% em 2012 – mas diminuiu o número de adultos que são eles próprios estudantes (de 8% para 7%).

Uma das consequências da redução dos orçamentos é a procura de alternativas. Os inquiridos mostram-se este ano mais interessados em adquirir livros escolares em segunda mão (subiu de 11% para 18%) e pedir livros emprestados (subiu de 13% para 20%). Também irão comprar menos em papelarias e mais em hipermercados, sendo que aumentou a procura na internet e em venda direta.

Outro dado importante do estudo é o modo de pagamento: 30% dos portugueses vão usar o cartão de crédito para pagarem pelas compras no regresso às aulas, um aumento de 13,3% face a 2011.

Por outro lado, aumentou 54% a percentagem de famílias que vão gastar entre 500 e 750 euros. Isto apesar de ter baixado a intenção de compra de vestuário, calçado e equipamento de desporto, bem como artigos de informática, computadores e telemóveis. A subida generalizada dos preços pode justificar esta expectativa.

Quando à disponibilização de semanada para despesas na escola, a média baixa de 24 para 23 euros, sendo que a maior fatia (24%) dá até dez euros aos filhos por semana. De assinalar que, em 2012, há mais portugueses com filhos em idade escolar: 28%, um acréscimo de 16,6%. 

Esta é a segunda edição do estudo, que arrancou no ano passado para entender as opções de compra "numa economia incerta". 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Segunda-feira, 12.09.11

Cortes na despesa dominam as preocupações de pais e docentes. E o desemprego atinge um valor recorde entre os contratados. Mais de um milhão de alunos iniciam as aulas até 5ª-feira

É assim no país e não será diferente nas escolas. A crise obrigou o Ministério da Educação e Ciência (MEC) a cortar a despesa e os efeitos já se sentem: com menos 4500 professores contratados do que em 2010 e um controlo apertado sobre a contratação de outros técnicos, o ano letivo começa com menos recursos e uma dor de cabeça para os diretores, que terão de fazer mais com menos.

"A colocação de todos os professores é um dos aspetos fundamentais para o início normal das aulas. E só quinta-feira à tarde (já com o ano letivo oficialmente iniciado) as escolas foram autorizadas a começar a contratação de técnicos para os cursos profissionais e de educação e formação. Já os mais de 100 territórios educativos de intervenção prioritária (estabelecimentos de ensino com populações em risco) continuam à espera de autorização para recrutarem psicólogos e outros técnicos", lamenta Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).

Se uns chegarão mais tarde, outros não virão de todo. As alterações na organização do ano letivo e nos currículos (ver texto relacionado) fizeram diminuir o número de contratações. No caso do Agrupamento de Cinfães (distrito de Viseu), dirigido por Manuel Pereira, são menos cerca de 30 professores em relação a 2010. "Os alunos chegam a ficar nove horas na escola. Os docentes estão sobrecarregados com turmas. Não sei como vamos conseguir acompanhá-los na biblioteca ou no apoio ao estudo".

Também na Secundária de Felgueiras nem todos os professores estão colocados. "Temos 14 técnicos especializados ainda em falta", confirma o diretor, Pedro Araújo. Com menos um adjunto na direção, menos uma dezena de contratados e um corte nas horas atribuídas às escolas para várias tarefas haverá "trabalho acrescido", antecipa.

Escolhas limitadas


Regresso às aulas: menos professores e menos dinheiro
 
 

A começar pelas direções, explica o presidente da ANDE. "Até aqui o diretor podia atribuir funções de assessoria à direção ao docente mais habilitado para essa tarefa, atribuindo-lhe em contrapartida uma redução do horário letivo. Agora, a escolha terá de ser limitada aos professores que, pela idade e tempo de serviço, já beneficiem de uma redução das horas de aulas, exemplifica. São profissionais que estão mais em fim de carreira e, nalguns casos, já em desinvestimento".

A mesma lógica aplica-se a outros projetos das escolas e que ficaram sem horas consignadas. No Agrupamento de Cinfães, por exemplo, o crédito horário atribuído passou de 88 horas para 14. O raciocínio é simples: quanto menos horas para tarefas que não dar aulas, menos necessidade há de contratar docentes.

Manuel Esperança, presidente do Conselho das Escolas, admite as dificuldades mas defende que é prematuro antecipar problemas: "Vamos ver como correm as coisas. No final do ano comunicaremos ao ministro os constrangimentos causados".

As preocupações com os cortes estendem-se aos pais, que temem um desinvestimento em recursos considerados fundamentais, como psicólogos e outros técnicos que apoiem os alunos com mais dificuldades e façam a ligação com as famílias, diz José Ascensão, da Confederação das Associações de Pais (Confap). A esta junta-se o preço dos manuais escolares. "Mesmo não havendo aumentos, o rendimento das famílias é menor. Logo, são mais caros". A situação agrava-se no caso das famílias que têm os livros e o material comparticipados. O despacho que regula os apoios sociais ainda não saiu e até lá é-lhes pedido que adiantem as compras. "É inconcebível que peçam isto a quem não tem dinheiro", critica.

Em busca de um horário


Racionalizar recursos é a palavra de ordem e o processo não ficará para aqui. Ao todo, são menos €500 milhões que o MEC terá para gastar em 2012, incluindo o ensino superior (ver entrevista) e que se somam aos €800 milhões cortados este ano. O fecho de quase 300 escolas ou a eliminação da disciplina de Área de Projeto e redução do Estudo Acompanhado já estão a contribuir para essa meta. Garantir melhores condições de ensino e reforçar as aulas de Português e de Matemática são os objetivos imediatos, justifica o Ministério. Mas há o reverso da medalha: a tutela precisou de menos 4500 professores contratados este ano.

Os sindicatos são unânimes em considerar que as escolas precisam de mais recursos. Mas, ainda que abrissem mais vagas, os números não bateriam certo, admite João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, que elege o desemprego como o problema mais assustador. "Não podemos ignorar que dos mais de 47 mil candidatos com diploma para serem professores, só 12 mil conseguiram colocação no concurso. Há 15 mil com formação para professor de 1º ciclo! O Estado andou a enganar as pessoas, dando formações de banda estreita em áreas onde não existe esse emprego".

Para os 35 mil que ficaram de fora, começa agora a saga semanal em busca de um horário de substituição. Sendo certo que só uma minoria o conseguirá. Os números levaram um grupo de docentes a marcar para hoje, em Lisboa, uma concentração de protesto. Será a primeira que o ministro Nuno Crato irá enfrentar.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/



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Sexta-feira, 09.09.11
Identifique os artigos que pode reutilizar no próximo ano lectivo, faça a lista do que tem de comprar, defina o montante e procure o super ou hipermercado mais em conta. O Negócios dá uma ajuda.

As campanhas de "Regresso às aulas" proliferam pelas superfícies comerciais. Das maiores às mais pequenas, não há nenhuma que não tente atrair as famílias com cabazes económicos que têm o essencial para a escola. Em ano de austeridade, cortes salariais e aumento do custo médio de vida, o melhor é tentar reutilizar o máximo de material escolar que puder. Se puder, tente encontrar os manuais escolares entre amigos e familiares e "reciclá-los" sempre que possível. Pesquise nos sítios se há opções mais baratas. No Leiloes.net, por exemplo, é possível comprar manuais usados por cerca de 7,50 euros. 

O ideal é que comece a poupar desde o início do ano para esta despesa extra e inclui-a no orçamento familiar. Evita que as suas férias terminem com um sabor amargo a carteira vazia e faça as suas compras mais descansado. Se isso não tiver acontecido, procure poupar onde puder no orçamento de Setembro. Saia de casa com a lista feita e com um montante total já definido. Por muito que custe, tente resistir aos bonecos, marcas de roupa, ao impulso e aproveite os produtos de marca branca. 

A maior parte dos super e hipermercados já vendem cabazes com o essencial para a escola a um preço reduzido. No Jumbo, o Kit Económico custa 6,89 euros e inclui um caderno Mitos a 1,49 euros, um conjunto com 12 lápis de cor, de cera, de aguarela, dois lápis de carvão, uma esferográfica azul, outra verde, uma borracha, um tubo de cola, uma tesoura, uma afia e uma régua de 15 centímetros, por 3,39 euros. O estojo custa 56 cêntimos e a mochila, disponível em quatro cores, custa 1,45 euros. 

No E.Leclerc, por 6,99 euros traz para casa uma mochila (3,45 euros), protecção para cadernos (0,20 euros), tesoura (0,30 euros), borracha branca (0,35 euros), um conjunto de 12 lápis de cor (0,50 euros), outro de desenho com transferidor, régua e esquadro (0,35 euros), um estojo redondo (0,59 euros), quatro esferográficas (0,30 euros), um apara lápis com depósito (0,30 euros), quatro lápis HB com borracha (0,30 euros) e 12 marcadores por 35 cêntimos. Todos os produtos são da marca Eco +.

Por 4,47 euros compra o conjunto elaborado pelo Continente, com uma mala a 1,99 euros, um estojo a 0,99 euros e um kit escolar básico de 1,49 euros que contém uma cola bastão, dois lápis, uma caneta azul e uma verde, tesoura e uma borracha branca. Além destes, há outros mini-conjuntos que pode fazer. Por 99 cêntimos traz um estojo com lápis, afia, e uma régua de 15 centímetros, enquanto que por mais 30 cêntimos leva um kit com quatro lápis, uma borracha, afia e quatro elásticos coloridos. Com 2,99 euros, pode incluir uma tesoura, agrafador, régua, cola bastão, afia e borracha. Paga mais um euro e traz uma caneta, tesoura, duas molas, calculadora digital e dois marcadores fluorescentes. 

A Staples não elaborou nenhum kit, mas fez uma selecção dos artigos "Low price", os mais baratos da loja. Quem quiser trazer os produtos mais económicos, basta verificar se têm a advertência colada nas estantes e colocá-los no cesto ou no carrinho.

Mochilas, estojos, cadernos, dossier e blocos com bonecos e fantasias ficam sempre mais caros do que os produtos de marca branca. As mochilas das marcas de surf, por exemplo, podem chegar aos 40 e 50 euros, enquanto que as famosas Eastpack rondam os 35 euros. No El Corte Inglés, foi difícil encontrar uma mochila que custasse menos de 22 euros, o que encareceu bastante o cabaz. 

Menos de 10 euros 
Entre 22 e 25 de Agosto, o Negócios fez uma ronda pelos vários super e hipermercados a operar em Portugal. Objectivo: saber o que ofereciam a quem regressa às aulas em Setembro. Fez uma lista com 14 bens essenciais para a escola, da mochila às réguas e esquadros e pôs-se a caminho. Encontrámos o cabaz mais económico no Jumbo, seguido do E.Leclerc, Staples, Continente e Pingo Doce. O Cabaz do El Corte Inglés é o mais caro, chegando aos 46,35 euros. 

Regra geral, por cerca de 12 euros, ou menos, é possível trazer o essencial para a escola. Na pesquisa, optou-se sempre pela a oferta mais económica para cada item da lista, independentemente da quantidade de unidades que trazia. Não foram considerados conjuntos, pois o objectivo era comprar cada artigo pelo menor preço possível. A maioria dos produtos escolhidos pertence à marca própria do estabelecimento ou equivalente. 

No Lidl, só conseguimos encontrar uma mochila Top Move, por 6,99 euros, um conjunto de canetas United Office por 1,49 euros, um compasso de seis peças United Office por 2,99 euros e um conjunto de 12 lápis de cor da mesma marca por 2,49 euros. Aqui, gastaríamos 13,96 euros e não traríamos um terço da nossa lista. 

No Mini-Preço, havia quase tudo. Por 9,25 euros, traz para casa uma mochila clássica (4,99 euros), um estojo by Chenton (0,84 euros), três canetas EBBE (0,49 euros), um conjunto com três lápis, borracha e afia EBBE, um dossier Mitos (1,59 euros), 12 lápis de cor EBBE (0,65 euros) e 12 canetas de feltro EBBE (0,69 euros). Só não foi possível encontrar régua, esquadro, compasso, separadores e recargas. Por este motivo, não foi incluído na tabela abaixo.






Regresse às aulas com menos de 10 euros

A "rentrée" escolar está aí. Mais uma vez, o Negócios foi à procura dos cabazes mais económicos para quem inicia o novo ano-lectivo. A lista continha 14 artigos e o objectivo era encontrar a oferta mais barata para cada item. No Jumbo, foi possível comprar o essencial para a escola por menos de 10 euros, mas no E.Leclerc, Staples e Continente também o faz com cerca de 11 euros. No Pingo Doce, acrescenta mais um euro.






Na Austrália, faz-se assim

A actual crise financeira levou os australianos a porem em prática um programa que dê resposta à sequência das aprendizagens esperadas ao longo da escolaridade básica. 


• 3º ano O dinheiro não inclui apenas moedas e notas, chega de diversas fontes e é limitado. Pode ser trocado por bens e serviços, como o bilhete de autocarro e do cinema, mas também poder utilizado para satisfazer desejos e necessidades, como comida, roupa e uma casa para viver.

• 5º ano Os consumidores têm direitos e deveres. As pessoas têm o direito de aceder a produtos que respeitem as normas de segurança, mas têm o dever de pagar atempadamente as suas contas. O dinheiro pode ser emprestado, através da utilização de cartões de crédito ou de empréstimos, mas também pode ser aplicado em poupanças, que geram lucro.

• 7º ano Com esta idade, as crianças já deverão distinguir os factores que afectam as escolhas, como a publicidade, a pressão dos amigos, a compra por impulso, entre outros. Devem definir objectivos financeiros pessoais e distinguir entre o planeamento a curto e a longo prazo e saber que o Estado providencia bens e serviços para responder às necessidades dos consumidores.

• 9º ano Nesta fase, os adolescentes já deverão ter consciência sobre a legislação do consumidor e sobre a importância da manutenção do registo das suas finanças pessoais. Devem compreender que o recurso ao crédito implica pagar juros ou outras despesas e que a exactidão e imparcialidade da informação financeira e de consumo podem variar, devendo sempre aceder a organismos oficiais de defesa do consumidor.

Fonte: Ministério da Educação




Quando o barato sai caro

Na hora de comprar a mochila, evite olhar apenas para o preço. Uma boa compra hoje pode garantir um futuro mais saudável amanhã. 

Várias superfícies comerciais vendem mochilas por pouco mais de um euro, apesar de os preços poderem subir até aos 50 euros, consoante a banda ou a bonecada preferida dos mais pequenos. Independentemente do dinheiro que vai gastar com este artigo, não se esqueça que é o mais importante da lista. A escola deve permitir um crescimento saudável e uma mochila pouco indicada pode trazer problemas graves às costas da sua criança. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as crianças não devem transportar mais do que 10% do seu peso ideal. Entre os 10 e os 12 anos podem surgir escolioses e degeneração dos discos da coluna, pois a formação óssea ainda não está completa e o excesso de peso só vem prejudicar. As conclusões chegam de um estudo da Proteste, publicado em Setembro, que adverte os pais para este problema. O número de disciplinas diárias dos alunos não ajuda, pois exigem o transporte de vários tipos de artigos. A solução passa pela escola, professores e pelos encarregados de educação que devem adoptar medidas preventivas, como a instalação de cacifos no edifício escolar. 

Quando chega a hora de ir às compras, leve o seu filho consigo. Pese a mochila com todo o material necessário e verifique se não excede os 10% do peso corporal. Se a criança pesa 30 quilos, a mochila não deve pesar mais do que três. Se o peso for superior, opte por comprar uma com rodas, com pega regulável, para se adaptar à altura do seu filho. Este não deve dobrar o braço ou o tronco para puxá-la. 

As alças devem ser ajustadas para que a mochila fique acima da anca. Tente aliar o conforto, ao preço e ao gosto da criança. Uma mochila vazia não deve pesar mais do que meio quilo, as alças devem ter, pelo menos, quatro centímetros de largura na zona dos ombros e devem evitar roçar o pescoço. Devem ser reguláveis para se ajustarem às costas e um cinto ao nível da cintura evita oscilações, ajudando a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar. Quanto às fivelas, verifique se são práticas e resistentes.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


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Quinta-feira, 08.09.11

Os professores preveem um ano letivo, que hoje começa, “extremamente complicado”, com o corte de 800 milhões de euros a sentir-se “no primeiro período” e estando já previstos outros “500 milhões a menos” para o próximo ano civil.

“Sabemos que começa agora, de 08 a 15 de setembro, mas ninguém consegue dizer como é que isto vai acabar, porque vamos ter aí situações de rutura extremamente complicadas”, disse à agência Lusa o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF).

As escolas, afirmou Mário Nogueira, estão “a “funcionar no limite, a pedir papel higiénico” aos pais.

“Vai ser extremamente complicado. Estamos muito, muito preocupados”, referiu, indicando que o novo ano letivo traz novas regras de organização às escolas que “as impedem de continuar a dar resposta a projetos de promoção do sucesso e combate ao abandono escolar”.

O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE) subscreve: “Medidas de combate ao insucesso também precisam de pessoas”.

João Dias da Silva regista a situação dos professores que ficaram sem trabalho e, se há excesso de diplomados para as necessidades do setor, também há professores há nove e 10 anos no sistema que agora não tiveram colocação, frisou.

“Não é compreensível que, havendo uma taxa insuficiente de educação pré-escolar, com crianças sem vaga, haja educadores no desemprego”, acrescentou.

A FNE espera que este ano letivo se concretize o grande debate sobre autonomia escolar que o Governo prometeu.

A organização das escolas é também a maior preocupação de Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

“A organização que nos deixou o anterior Governo é absolutamente penalizadora”, defendeu o presidente da associação, Adalmiro Botelho da Fonseca, referindo-se ao corte nos créditos horários concedidos aos estabelecimentos para se organizarem: “Davam-nos mais professores e mais hipóteses de trabalho com os alunos”.

Na escola que dirige, no Norte, tinha uma assessoria de 18 horas. “Neste momento tenho zero, não sei quem vai trabalhar com os professores que estão a dar todos os cursos de educação e formação e profissionais”.

O dirigente vai tentar encontrar algum professor que tenha as horas letivas já diminuídas em função da idade.

O mesmo problema se coloca com a gestão dos equipamentos instalados ao abrigo do Plano Tecnológico da Educação (PTE). “Tínhamos um crédito de 16 horas para alguém trabalhar toda a tecnologia que puseram nas escolas. O professor que as tinha era capaz de trabalhar 50 horas, agora com zero não trabalha nenhuma”.

Adalmiro Fonseca receia que “todos os milhões gastos em tecnologia” acabem no lixo se não colocarem alguém a zelar pelos equipamentos.

fonte:http://noticias.sapo.pt



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Quarta-feira, 07.09.11

O potencial de marketing que tem o regresso às aulas é visível em qualquer loja que lide com produtos relacionados com a escola. A promoção é sobre livros escolares, cadernos, lápis e canetas, réguas, batas ou uniformes, além de sapatos e roupas novas porque o Verão se encarregou de fazer crescer braços, pernas e pés dos miúdos.


Não se deixe levar pelo marketing do regresso às aulas. Escolha o essencial

Contas feitas, a factura é bem pesada, podendo chegar aos 200 euros por filho. Por isso é que o mês de Setembro é difícil para quem tem filhos (não é só por causa do fim das férias). Isto sem pensar em eventuais mensalidades de colégio ou de actividades de tempos livres (ATL) para colmatar os horários de trabalho dos pais.

Aproveite as informações sobre as várias promoções que lhe chegam à caixa de correio e, se isso tornar os produtos mais baratos e se se justificar, opte por comprar em grande quantidade e dividir a despesa com outros pais. Em casa, decidam aquilo que será preciso comprar ou o que pode ser reutilizado de anos anteriores, munindo-se das listas que as escolas habitualmente preparam. Se quer mesmo evitar desvios ao orçamentado não leve os seus filhos às compras. Se tiver alguma margem, e filhos mais crescidos, deixe-os fazer algumas escolhas na loja, mas vá com um orçamento e uma lista de compras definida, senão pode facilmente ultrapassar o essencial.

Livros são um bom investimento

O mercado dos livros escolares vale mais de cem milhões de euros e os custos aumentam de ano para ano. Já sabe de que livros os seus filhos precisam? Pode consultar a lista no Ministério da Educação e confirmar junto da escola. Actualmente já pode fazer encomendas dos livros na internet, potencialmente recebendo algum benefício, como descontos ou entrega sem custos. Em wook.pt pode contar com entrega por estafeta em sua casa. Alguns hipermercados também oferecem desconto, que pode ser aumentado com a utilização do cartão de fidelização.

Já que estamos a falar de ler, não se fique só pelos livros escolares. Invista em bons livros de leitura adaptados à idade dos seus filhos. É a melhor maneira de aprenderem a falar e a escrever correctamente. Se ainda não souberem ler, habitue-se a ler-lhes todos os dias uma pequena história.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



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Segunda-feira, 05.09.11

A campanha "Regresso às Aulas" promovida pelo portal Leiloes.net registou nas últimas semanas uma forte procura de todos os produtos relacionados com o sector, sobretudo dos manuais escolares. Esta categoria registou até hoje e desde o início da campanha mais de duas centenas de transacções.

A campanha "Regresso às Aulas" promovida pelo portal Leiloes.net registou nas últimas semanas uma forte procura de todos os produtos relacionados com o sector, sobretudo dos manuais escolares. Esta categoria registou até hoje e desde o início da campanha mais de duas centenas de transacções.

A campanha "Regresso às Aulas" pretende não apenas divulgar os mais de 2 500 produtos relacionados com o novo ano escolar, mas também sensibilizar as famílias para o facto que podem reduzir de forma significativa o valor da factura do regresso às aulas ao comprar manuais escolares usados ou ao vender aqueles que já não necessitam e recuperar dessa forma parte do investimento de anos anteriores, refere uma nota da organização.

Através das categorias "Manuais Escolares" e "Material Escolar" o Leiloes.net disponibiliza mais de 2 500 produtos entre manuais escolares novos e usados, desde 1,5 euros, cadernos de exercícios, livros de revisões, cadernos, estojos de lápis e canetas, mochilas, calculadoras cientificas e até computadores Magalhães e tablets.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/a



publicado por adm às 23:37 | link do post | comentar

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