Segunda-feira, 19.08.13

A ideia de que é um desperdício não reaproveitar livros escolares é antiga mas só recentemente começaram a ganhar forma soluções para resolver o problema e ajudar os encarregados de educação a pouparem.

Um estudo da Nielsen divulgado recentemente indica que, em média, as famílias portuguesas irão este ano gastar 525 euros com o regresso às aulas, um número que volta a traduzir uma subida dos encargos com o início do ano letivo. Há um ano atrás, o valor médio apontado pelas famílias era de 507 euros. 

Um número significativo de famílias portuguesas planeia no entanto gastar menos e ficar abaixo dos 500 euros. A resposta foi dada por 45% dos 600 inquiridos pela empresa de estudos de mercado e provavelmente inclui vários adeptos da reciclagem de materiais, onde cabe a utilização de livros usados. 

Enquanto o princípio da reutilização de livros escolares não é incentivado pelas próprias escolas, como já acontece noutros países, várias iniciativas privadas têm ganho forma para promover esta alternativa mais ecológica e menos dispendiosa para os pais. 

Com o novo ano letivo à porta, hoje passamos em revista alguns endereços que o podem conduzir a poupanças interessantes na aquisição dos livros indicados nas escolas frequentadas pelos membros da família dedicados aos estudos. 

O Manuais Usados é um dos sites a que pode recorrer se pretende explorar esta opção. Na plataforma listam-se livros para todos os anos escolares. Quem está interessado tem de registar-se no site, escolher os livros e entrar em acordo com o vendedor sobre a forma de pagamento e entrega. 

fonte:http://tek.sapo.pt/



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Quinta-feira, 25.08.11

Antes de começar a comprar o material escolar deve fazer uma lista do que sobrou do ano anterior, para ver qual está em bom estado e ainda pode ser aproveitado. 

A mochila também não deve pesar mais de meio quilo quando está vazia e mais de 10% do peso da criança quando tem livros. Dicas que estão no guia Regresso às Aulas em Segurança (ver caixa ao lado), lançado ontem pelo Ministério da Economia e Emprego, em parceria com a Direcção-Geral do Consumidor (DGC) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).

"Há vários conselhos. A questão da mochila é fundamental até para o crescimento da criança, para que esta não assuma más posturas, passando pela recomendação em termos de qualidade/preço, numa perspectiva de levar o consumidor a ter consciência de que em determinado momento poderá ter um produto com a mesma qualidade, mas com um preço mais baixo", enumerou o secretário de Estado adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 12:38 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.08.11

Com o início das aulas marcado para o período de 8 a 15 de Setembro, cerca de 1,2 milhões de alunos do Ensino Básico e meio milhão do Secundário aprendem a pôr em prática as contas que lhes são ensinadas na escola para cumprirem os orçamentos estabelecidos pelas famílias para cadernos, lápis, mochilas e restante material escolar.

 

Em regra, os pais esperam gastar, entre mochila e conteúdo, de 50 euros a 100 euros. No total, só em material, são gastos cerca de nove milhões de euros. A factura ficará completa com os manuais escolares. Só no Natal é que as famílias gastam mais com as crianças. A confirmar a importância que o regresso às aulas representa para o comércio, fonte do grupo Auchan, que detém os hipermercados Jumbo, referiu ao Correio da Manhã que, "em termos de peso da facturação anual, a campanha tem um peso percentual muito relevante".

A gama de artigos é variada, colocando as grandes superfícies entre dois mil e quatro mil artigos distintos para abranger a maior variedade possível de gostos, com produtos que possam ser acessíveis a todas as bolsas.

Na hora de comprar, os rapazes gostam de uma coisa e as raparigas de outra. No meio, ficam os pais, que tentam desviar o olhar para os produtos mais baratos, em regra menos coloridos e elaborados. Ciente destas variações, quem vende reparte os artigos nas prateleiras por dois grupos principais: a faixa etária e o sexo dos potenciais clientes. Grandes expositores dão também destaque aos pacotes económicos e às promoções. Durante um mês, as grandes superfícies destinam também as áreas mais percorridas pelos clientes à venda de materiais que auxiliam na aprendizagem.

CRISE E CONCORRÊNCIA LEVAM À QUEDA DE PREÇOS

A crise, o desemprego, que atinge 12,1% da população activa, e a concorrência entre as grandes superfícies levam a que este ano o material escolar apresente uma ligeira descida dos preços.

Numa lista de 23 artigos, o CM fez as contas aos mais caros e aos mais baratos que se encontram no mercado. No cabaz mais dispendioso, são necessários 196,72 euros para comprar todo o material. Num cabaz mais económico, os 23 artigos ficam por 29,26 euros. Estes valores representam uma redução na ordem de 18% para os artigos mais caros, tendo em conta que no ano passado a lista dos 23 mais dispendiosos obrigavam a gastar 241,10 euros. No cabaz mais barato, há uma poupança de 10% em relação ao ano anterior, quando a mesma lista implicava um custo de 32,16 euros.

Os preços foram obtidos em três grandes superfícies. Este é um dos seis passos que os consumidores devem realizar para obterem um ganho, ou seja, deverão visitar vários locais para comparar preços.

A realização de um inventário para comprar apenas aquilo de que necessita é outro dos truques para poupar. Aproveitar as promoções, procurar restos de colecção ou artigos usados mais baratos são três outros princípios a seguir. O último passo é fazer uma ronda pelo material escolar do ano anterior para verificar que nem tudo está usado e inutilizado.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/



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