Segunda-feira, 19.08.13

Os portugueses contam gastar, em média, 525 euros este ano com o regresso às aulas. O valor, revelado pelo estudo Observador Cetelem, tem vindo a aumentar nos últimos anos. Em 2011 situava-se nos 499 euros e em 2012 nos 507 euros.

Este estudo questionou ainda os portugueses sobre as intenções de utilização do cartão de crédito para as compras relacionadas com o regresso às aulas e 23% dos inquiridos afirmam que ponderam recorrer a esta forma de pagamento.

Na análise levada a cabo pelo Observador Cetelem, 28% dos inquiridos afirmam que para preparar o início do ano letivo necessitam de gastar entre 250 e 500 euros, 17% ponderam ficar entre os 500 e os 750 euros e outros 17% não esperam usar mais de 250 euros. Um número residual de indivíduos (2%) conta gastar mais de 1.500 euros. 

Ainda comparativamente com 2012, a percentagem de consumidores que pretendem gastar mais de 750 euros aumentou (passou de 9% para 14%). Nestes gastos incluem-se vestuário, mensalidade da escola, material escolar, entre outros itens necessários. 

Como forma de pagamento, 23% dos inquiridos admitem recorrer ao cartão crédito para fazer face às despesas do ano letivo que está prestes a começar. Quando questionados sobre o montante a utilizar, em média contam usar 376 euros. 

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



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Sábado, 17.08.13

As famílias portuguesas vão gastar, em média, 525 euros com o regresso às aulas, segundo um estudo que revela um aumento da despesa e um objetivo de poupança, nos gastos semanais das crianças, pela parte dos encarregados de educação.

Nos últimos três anos, os portugueses têm pago, em média, faturas cada vez mais altas para estudar: em 2010, a média foi de 499 euros; no ano passado, subiu para os 507 euros e, agora, deverá atingir os 525 euros, de acordo com um estudo da Nielsen, que inquiriu pessoas entre os 18 e 65 anos, residentes em Portugal Continental.

Uma em cada quatro famílias (28%) prevê gastar entre 250 e 500 euros, indica o estudo que realizou 600 entrevistas telefónicas, durante o mês de junho. Já 17% da população irá tentar fazer face às necessidades com um plafond de 250 euros.

Com gastos acima da média, surge um grupo de 14% dos inquiridos, que estima gastar mais de 750 euros, havendo mesmo uma pequena franja da população (2%) que irá despender mais de 1.500 euros.

O inquérito questionou ainda quanto pretendem os pais gastar semanalmente com os alunos, e mostrou que o valor vai baixar, ao passar de uma média semanal de 23 euros, em 2012, para 18 euros, este ano. Esta descida semanal significa que, este ano, os pais não deverão chegar aos mil euros anuais com os gastos do dia a dia, ao passo que, no ano passado, gastaram quase 1.200 euros.

O método escolhido para comprar o material escolar divide as famílias em dois grandes grupos: quase metade (47%) dos portugueses vai adquirindo esse material ao longo do ano, enquanto 51% faz todas as compras num único momento.

Uma em cada três famílias tenta poupar no momento de adquirir os manuais: 22% dos inquiridos pedem emprestado a amigos ou familiares e 19% compram em segunda mão. Estas são opções que têm vindo a ganhar cada vez mais adeptos, segundo o estudo que mostra que, em 2012, foram apenas 29% das famílias e, no ano anterior, a percentagem era de 24%.

No entanto, nem sempre é possível encontrar todos os manuais necessários e, por isso, as famílias acabam por ter de os comprar em falta. Resultado: 94% das famílias terá de comprar livros novos.

As papelarias e hipermercados continuam a ser os espaços de eleição para fazer as compras para o arranque escolar, apesar de a internet começar a ganhar terreno: em 2011, 7% das famílias fizeram as suas compras na internet, em 2012 já foram 8% e, este ano, 12% deverão conseguir adquirir o material sem ter de sair de casa.

No caso em que o estudante é o inquirido, a opção pela compra na internet tem mais expressão: este ano 30% deverão fazer as compras em frente ao computador.

Além dos livros, as famílias tencionam ainda comprar vestuário, calçado e equipamento desportivo, entre outras despesas relacionadas com educação. Os portugueses, no entanto, ainda segundo o estudo, vão tentar poupar ainda mais do que nos últimos anos.

A maioria das famílias inquiridas tinha os filhos a estudar no ensino básico (75%) e apenas um em cada quatro tinha uma poupança para a educação futura dos seus filhos.

Ainda de acordo com o estudo, apenas 3% dos inquiridos têm os filhos a estudar no ensino particular, estando os restantes em escolas públicas.

Este ano, segundo os resultados do inquérito, aumenta igualmente o número de famílias que vai usar o cartão de crédito para fazer as compras necessárias: este ano, serão 12%, enquanto no ano passado, apenas uma em cada dez famílias recorreu a esse tipo de empréstimo.

O empréstimo médio será de 376 euros. No caso em que as famílias têm as crianças a estudar, o valor médio estimado por empréstimo é de 403 euros, enquanto no caso em que é o inquirido que estuda, esse valor ronda os 240 euros.


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



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Domingo, 16.09.12

Nos dias que antecedem o início das aulas, a criança deve ser motivada e tranquilizada. Atente aos conselhos de uma psicóloga para fazer o melhor acompanhamento ao seu filho. O mês de setembro tem quase tanta simbologia como janeiro. É neste mês, depois das férias, que normalmente começam novos projetos e percursos escolares. 

Para as crianças que iniciam o ensino básico pode ser uma data importante, que lhe trará muitas mudanças na rotina diária. Para que possa fazer o melhor acompanhamento do seu filho nesta fase importante da vida, o NT relata alguns conselhos da psicóloga Catarina Leal, que podem ser vistos no portal do Sapo, na internet. 

Antes do início das aulas, os pais devem garantir a tranquilidade à criança, enunciando-lhe as mais-valias de frequentar a escola, onde, para além de aprender, terá um recreio para brincar e conhecer muitos amigos. Do ponto de vista financeiro, saiba que, antes de comprar o material escolar, o ideal é esperar pelo dia da apresentação da criança na escola, no qual o professor dará uma lista do que é, realmente, necessário. 

Daí, em caso de não ser o ano de estreia na escola, faça a triagem dos materiais que estão em boas condições do ano letivo anterior e assim poderá poupar alguns euros. De seguida, passe à compra do restante material que, por seu lado, fará com que a criança se entusiasme. Como se sabe, é importante escolher uma boa mochila, que não ponha em causa a integridade física do seu filho. Ela deve ser ergonómica e não deverá levar mais do que o essencial para o dia.

A preparação do material e vestuário para o dia seguinte deve ser uma tarefa realizada pelos pais em conjunto com a criança. No primeiro dia de aulas, como efeito de motivação extra, deixe-a escolher a roupa. Durante a semana, deve escolher vestuário confortável e prático para que o seu filho possa brincar à vontade. Ao longo do ano letivo esteja atento a todas as alterações comportamentais que podem surgir, pois assim poderá resolver o problema com tempo e, se necessário, conversar com os educadores a fim de consertarem as medidas para o bem-estar da criança.

fonte:http://www.onoticiasdatrofa.pt/



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Domingo, 09.09.12

As famílias portuguesas tencionam gastar em média 507 euros com o regresso às aulas este ano. Aqui ficam alguns conselhos para evitar gastos excessivos.

Para a maioria dos portugueses o mês de Setembro costuma ser um mês negro para os seus orçamentos. O começo do ano escolar obriga as famílias com filhos a despesas extraordinárias com a compra dos manuais e do material escolar. Um estudo recente da Cetelem, mostra que os consumidores inquiridos tencionam gastar em média 507 euros este ano com o regresso às aulas. Os manuais escolares representam uma grande fatia desta despesa. Enquanto uma colecção de manuais para uma criança do primeiro ciclo pode custar 50 euros, para o caso de um adolescente que se no ensino secundário a factura com os manuais poderá atingir os 250 euros.

Embora não existiam fórmulas mágicas que permitam fazer desaparecer estes gastos, há pequenos gestos e soluções que permitem diminuir parte dos encargos. Em relação aos manuais escolares, por exemplo, as famílias poderão optar pela compra online nos sites das editoras para ter acesso a um desconto que ronda entre os 10 e os 15%. Outra opção poderá passar pelo recurso a um banco de troca de livros. Existem já vários movimentos que promovem as trocas gratuita de manuais para que eles possam ser utilizados de ano para ano. O mais conhecido é o movimento pela reutilização dos livros escolares, que já conta com perto de cem bancos de trocas espalhados por todo o país. Para ter mais informações sobre como se efectuam as trocas de manuais poderá consultar o site o movimento(www.reutilizar.org). Apesar dos portugueses tradicionalmente preferirem adquirir manuais escolares novos, a verdade é que a opção pelos livros em segunda mão está a ganhar força. Segundo o estudo da Cetelem no ano passado, 99% dos consumidores inquiridos afirmavam que costumavam comprar os livros escolares novos. Este ano, a percentagem de inquiridos que fez esta opção baixou para os 89%.

Mas não é apenas nos manuais que as famílias podem diminuir a factura do regresso às aulas. Também em relação à compra do material escolar, há alguns conselhos a ter em conta. Antes de se dirigir a uma papelaria ou hipermercado para fazer as compras faça uma revista ao material do ano passado para ver aquilo que poderá ser aproveitado e reutilizado. O passo seguinte é fazer uma lista com o material que os seus filhos irão utilizar, para evitar comprar items desnecessários. Mais uma vez, a opção pelos produtos de marca branca, em detrimento das marcas de referência poderá fazê-lo poupar muitos euros. Por exemplo, uma simples mochila poderá custar-lhe entre 10 euros e os 38 euros, consoante a marca escolhida.

Para que todos estes encargos não arruinem o orçamento familiar é imperativo que as famílias façam ao longo do ano um pé-de-meia para fazer face a estas despesas. O recurso ao crédito é sempre indesejável. No entanto, se precisar de liquidez para pagar o material escolar é preferível recorrer ao ‘plafond' do cartão de crédito para efectuar estes pagamentos, desde que salde a dívida dentro do período de crédito gratuito do cartão (entre 20 e 50 dias). Caso contrário, estará sujeito a taxas de juro muito elevadas que poderão atingir os 37,2%, segundo os dados do Banco de Portugal.

Trabalho publicado na edição de 7 de Setembro de 2012 do Diário Económico

 



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Segunda-feira, 03.09.12

O regresso às aulas está à porta e com ele vêm muitas preocupações para as famílias portuguesas, cujos gastos em livros e outros materiais essenciais podem ascender a várias centenas de euros. Ainda que o aumento seja abaixo da inflação, os manuais escolares subiram este ano 2,6 por cento, com o preço de um cabaz básico, contendo apenas os livros obrigatórios, a variar entre os 50 euros, no caso do 1.º ciclo, e 240 no secundário. Nos casos de famílias com dois ou mais filhos em idade escolar, estes valores multiplicam-se.

 

Para os agregados mais carenciados, o Estado comparticipa a 100% os livros obrigatórios para os alunos inseridos no escalão A e a 50% os estudantes com direito ao escalão B. Há também ajudas para material.

 

Formas de poupar

 

Numa altura em que a crise ataca como nunca os portugueses, não tem parado de crescer o número de bancos de recolha e troca gratuita de livros escolares. A ideia partiu de Henrique Trigueiros Cunha, em agosto de 2011, e neste momento já são 100 os pontos onde as famílias podem entregar livros de anos anteriores e e recolher manuais necessários para o atual ano letivo, e que estão espalhados um pouco por todo o país, inclusivamente nas ilhas.

 

Ontem, o movimento “reutilizar.org – Movimento pela reutilização dos livros escolares”, criado por Trigueiros Cunha, lançou um comunicado no seu site onde apela mais uma vez ao Governo para criar uma solução que torne a “reutilização de livros escolares, uma prática universal em Portugal”, tal como já é tradição em outros países da Europa, e não apenas uma medida destinada aos mais carenciados. O Governo Sócrates criou um projeto de empréstimos de manuais, mas a legislação nunca saiu do papel.

fonte:http://www.record.xl.pt/



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Domingo, 02.09.12

Uma família com um filho em cada um dos três ciclos de ensino vê-se obrigada a gastar perto de 450 euros só em livros escolares.

Uma família com um filho em cada um dos três ciclos de ensino vê-se obrigada a gastar perto de 450 euros só em livros escolares, valor que pode ultrapassar os 600 euros se se juntar o material escolar.

De acordo com um levantamento feito pela Lusa, em média, uma família destas gastará cerca de 50 euros no 1º ciclo do ensino básico, 150 euros no 2º ciclo e 240 no 3º ciclo, apenas nos manuais escolares básicos e obrigatórios.

Esta conta não inclui os preços dos livros de música, de educação visual, de educação tecnológica e de educação física, já que estas são disciplinas em que fica ao critério do professor a adoção ou não do livro.

fonter:http://economico.sapo.pt/



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Quinta-feira, 30.08.12

Pedir emprestado ou adquirir livros em segunda mão têm mais adeptos. Lojas fazem promoções. Mas «velhos hábitos» de compra mantêm-se

A crise tem pouca voz na matéria quando o assunto é o regresso dos filhos à escola: a compra de material escolar e despesas com equipamento desportivo ou de informática ainda são um grande peso nas contas das famílias e os «velhos hábitos» mantêm-se. A conclusão é do Observatório Cetelem que estima que, em média, os portugueses vão dispender 507 euros no arranque do novo letivo, mais oito euros do que no ano passado. 

«Os comportamentos dos consumidores não diferem muito em relação ao ano transato. Mesmo num contexto económico de retração, as intenções de compra não se alteraram muito face a 2011», explicou Diogo Lopes Pereira, diretor de Marketing do Cetelem.

A verdade é que 89 por cento dos inquiridos pretende comprar materiais escolares novos, na sua maioria em papelarias(82%). Isto apesar de se registar uma ligeira mudança face ao ano passado, quando foram 99% os inquiridos a admitir comprar novos materiais.

Para compensar essa diferença, há mais portugueses a ponderar pedir emprestado (20%, contra os 13% de 2011) ou a optar pela comprar livros em segunda mão (18%, mais 7% do que no ano passado). Atualmente existem 98 bancos de recolha e troca voluntária de livros escolares em todo o país e podem ser encontrados online. Esta opção pode originar poupanças de 105 milhões de euros para o Estado.

Quanto aos locais de compra de livros escolares, outra novidade: há mais famílias a comprar pela Internet (8%, mais 1% face a 2011). As papelarias são, ainda, as grandes líderes, a conquistar a preferência de 82% dos inquiridos, seguidas pelos hipers e supermercados. 

Talvez por saberem disso, há vários espaços comerciais a fazerem promoções. No Freeport, em Alcochete, por exemplo, nos fins-de-semana de 1/2 e 8/9 de setembro várias marcas terão descontos a partir de 50%. A entrada custa entre 5 euros (bilhete individual) e 10 euros (bilhete família), mas é possível pedir um convite no site do Freeport. 

As grandes superfícies apostam em preços competitivos, oferecendo descontos com cartão e «oportunidades» que se prolongam até à segunda quinzena de setembro. Na publicidade, apostam em rostos bem conhecidos do público: a Stapples convidou David Carreira, o Continente escolheu o Boss AC. 

Também na net há promoções. O portal de vendas Leiloes.net, por exemplo, promete a venda de manuais, novos ou usados, a partir de 99 cêntimos, ao mesmo tempo que o site DeBorla oferece promoções.

Mas voltar às aulas não implica apenas a compra de livros, cadernos, canetas ou mochilas. Há também os gastos com vestuário, equipamento desportivo e artigos de informática. Nesta lista, é a necessidade de roupa e calçado que mais pesa: 74% ponderam comprar vestuário para os filhos. Seguem-se os artigos de informática (com 73% a admitir esses gastos), material desportivo (67%) e mais despesas com educação (63%). 

Gastos que exigem um esforço adicional às famílias, este ano mais pesado já que os materiais escolares estão mais caros e os passes dos transportes públicos para estudantes têm regras mais apertadas. 

Nestas circunstâncias, já 40% dos inquiridos admitem comprar o material escolar à medida das necessidades e não de uma só vez, conclui o mesmo estudo.

Isto sem esquecer a semanada dos estudantes: a média é de 20 euros, mas nota-se um apertar do cinto. A percentagem de pais que disponibiliza entre 11 e 20 euros era de 28% em 2011 e situa-se, agora, nos 19%, revelou o Cetelem.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



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Segunda-feira, 27.08.12

O mês de Setembro pode significar um rombo no orçamento familiar de quem tem filhos, a não ser que siga as dicas do Negócios. Em quatro estabelecimentos foi possível encontrar cabazes com o essencial para a escola a menos de dez euros. Mais: há kits económicos para todos os gostos.

É o que chamam "rentrée escolar": crianças e pais pelos super e hipermercados com listas na mão à procura dos melhores preços. Regra geral, os folhetos estão à entrada e antes de comprar é bom que analise quais as ofertas mais económicas. Se não tiver começado a poupar desde o início do ano para esta despesa extra, como seria ideal, saber onde estão os preços mais baixos é uma ajuda. 

Para evitar uma factura maior do que a sua carteira, há alguns aspectos que deve ter em atenção. Primeiro, faça uma lista de todo o material que o seu filho precisa. Verifique se ainda existe material do ano passado que possa ser utilizado e elimine-o da lista para este ano lectivo. É importante que as crianças tenham um olhar crítico sobre a lista e que sejam capazes de distinguir as suas verdadeiras necessidades dos caprichos. Por isso, devem ser envolvidos em todo o processo. Ao discutirem as prioridades com os pais, ficam mais sensibilizados para a questão do dinheiro. 

É uma óptima altura para introduzir o conceito de orçamento familiar e definir, à priori, quanto é que vão gastar com as compras deste ano. Esta é a melhor ferramenta que a família pode utilizar para saber quanto gasta e onde gasta o seu dinheiro. 

Antes de sair de casa, consulte os vários folhetos com as promoções de "regresso às aulas" e sinalize as opções mais económicas. Regra geral, as marcas brancas costumam ser as líderes dos preços baixos. Estes podem variar de estabelecimento para estabelecimento, mas uma coisa é certa: os artigos de fantasias tendem a ser mais caros. Por isso, é importante que tente resistir às compras impulsivas. Não se desvie da lista que elaborou e do orçamento que pré-definiu. Comprar online pode ser uma boa opção, quer para os manuais escolares quer para o material escolar. Na Staples, por exemplo, encontrámos vários artigos com preços reduzidos, exclusivos para compras online. 

Nesta altura, é comum encontrar alusões ao crédito quer em hipermercados quer em livrarias, mas tenha atenção. Antes de optar por esta forma de financiamento, faça contas e determine se o seu orçamento familiar aguenta mais essa dívida. Mais: quanto mais cedo começar a comprar o material escolar, melhor. Não deixe esta tarefa para a véspera. Atrasar esta decisão só vai fazer com que o seu cabaz fique mais caro, porque os artigos mais baratos podem ser os primeiros a esgotar. Os saldos de Verão também são uma boa oportunidade para comprar roupa para o ano que vem, bem como as lojas e centros comerciais "outlet". 


Vamos às compras
O Negócios fez a lista dos itens que considerou importante incluir no cabaz de material escolar e fez uma ronda por vários estabelecimentos comerciais, entre 21 e 23 de Agosto. Também pesquisou nos sítios on-line das superfícies sempre que tal foi possível. Regra geral, os cabazes estão mais baratos do que no ano passado, sendo que, este ano, foi possível encontrar todos os artigos da lista por menos de 10 euros em quatro estabelecimentos: Continente (8,88 euros), Jumbo (8,91 euros), Staples (9,40 euros) e E.Leclerc (9,87 euros). No Pingo Doce o cabaz ficou-nos a 13,22 euros (mais 40 cêntimos do que no ano passado), apesar de ter em vigor a campanha "Poupe metade do valor no regresso às aulas". Contudo, esta promoção só é válida para quem fizer compras de valor igual ou superior a 25 euros em supers e hipers, até 16 de Setembro. 

No Minipreço não foi possível encontrar todos os itens da listagem. Ficou a faltar a régua, esquadro, compasso, borracha, afia, separadores e as recargas. Encontrámos uma mochila básica Sports por 2,89 euros, um estojo Chenton por 84 cêntimos. três canetas EBBE por 0,49 euros, um conjunto com três lápis EBBE, uma borracha e uma afia pelo mesmo preço e um dossier Mitos por 1,99 euros.

Não considerámos conjuntos na tabela porque o objectivo era comprar cada artigo individualmente e, regra geral, a marca branca da superfície comercial foi a que apresentou melhores preços. 







Crédito para um curso exige garantia do Estado 

Os custos com o Ensino Superior vão muito além das propinas, sobretudo para quem muda de cidade. Conheça as alternativas de quem não pode pagar a formação "a pronto".


Tirar um curso superior pode ter-se tornado um luxo, sobretudo para as famílias que enfrentam o flagelo do desemprego, o que não quer dizer que deva adiar os seus sonhos. Antes de dizer "não" à sua formação académica estude as alternativas. A banca é uma delas, mas, tente falar com a sua família ou amigos chegados primeiro. O montante que precisa pode vir deles sem se comprometer com uma instituição financeira. O conselho vem da Deco - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores: "se lhe pagar uma taxa de juro superior à dosdepósitos a prazo, o negócio é vantajoso para ambas as partes", lê-se no sítio da associação. Mas não se esqueça: faça um contrato ou uma escritura pública para montantes acima de 20 mil euros. 

Contratar um crédito com penhor é outra das opções. Só precisa de ter um fundo de investimento, um plano de poupança reforma ou outra aplicação financeira cujo montante seja igual ou superior ao que vai pedir. Se não for esse o seu caso, então a linha de crédito com garantia do Estado é a solução mais económica. "Se o aluno tiver uma boa média e receber o capital de forma faseada, paga menos juros", segundo a associação. E exemplifica: para uma empréstimo até 25 mil euros, não exige livranças nem fiadores, libertando o dinheiro em tranches máximas de 5 mi euros. Além disso, têm um período de carência de capital até um ano após a conclusão do curso. Até lá, vai pagando os juros. Os bons alunos têm uma ajuda: as médias anuais entre 14 e 16 valores concedem um desconto de 35% no spread, ou seja, passa de 1% para 0,65%. Quem tem mais de 16, paga apenas 0,2%. 

A linha do Estado existe desde 2007, mas em 2011 ninguém pôde recorrer a ela. Foi retomada em Janeiro e a procura levou a que alguns bancos já não tenham dado resposta aos pedidos a partir de Junho, segundo fonte do Ministério da Educação e Ciência. A linha de crédito acaba a 31 de Agosto.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h



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Quinta-feira, 23.08.12

A poucos dias do regresso às aulas, Diogo, 17 anos, prepara-se para entrar no terceiro ano da via profissional que escolheu no ensino secundário – mecatrónica – e tenciona prosseguir os estudos no Ensino Superior.

«Gostaria de ser engenheiro mecânico, os carros sempre me fascinaram, trabalhar com os motores dos carros, com máquinas», confessou à agência Lusa, manifestando-se satisfeito com a opção que tomou no final do 9.º ano: «Foi uma porta para eu vir para esta área».

Hoje em dia, diz, há empresas que não estão a recrutar engenheiros, mas técnicos de mecatrónica. «Só com este curso já podia ir para técnico de mecatrónica».

Apesar de a escolha pelo ensino profissional ter sido do Diogo, a mãe, Teresa, também não está arrependida.

«Desde a primária que tem um problema de dislexia (ficou retido no 3.º ano) e este curso é mais prático. Acho que vai mais bem preparado para a faculdade do que se fizesse o 12.º ano regular. Ele está muito motivado», contou.

No último ano do curso que frequenta numa escola privada de Lisboa, fará um estágio numa empresa com a qual o estabelecimento de ensino tem um protocolo.

O ministro da Educação, Nuno Crato, reafirmou na terça-feira a intenção delineada pelos anteriores governos socialistas de ter metade dos jovens do secundário na via profissional.

O João é um dos alunos que vai contribuir para essa meta e talvez aceitar o repto da emigração. Aos 15 anos, concluído o 3.º Ciclo, escolheu o curso profissional de turismo e sonha conhecer o mundo.

Gostava de trabalhar na gerência de um hotel ou de restaurantes, espaços que costuma observar como cliente: «Fico sempre a pensar como conseguem ter tudo certinho e organizado».

O curso, numa escola pública da Póvoa de Santo Adrião, acarreta uma carga horária maior, mas tem a vantagem de não ter trabalhos de casa.

«Tem as disciplinas em que me sinto mais confortável, como Português e Inglês, e todas as actividades são realizadas nas aulas», explica.

Trabalhar fora de Portugal é uma hipótese que considera desde já. «Gostava de ir a todo o lado».

A Associação Nacional das Escolas Profissionais (ANESPO) estima que 40 por cento dos alunos já esteja no ensino profissional, após a expansão dos últimos anos.

«A ministra Maria de Lurdes Rodrigues obrigou as escolas secundárias todas a abrirem cursos profissionais e [o ensino profissional] desenvolveu-se muito graças ao esforço das escolas», disse à Lusa o director executivo da associação, Luís Costa, sublinhando que a meta dos 50 por cento já estava inscrita na Estratégia de Lisboa «há muitos anos».

O dirigente não prevê grandes alterações no universo de alunos com o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, até pela quebra demográfica e pelas dificuldades económicas que podem levar ao abandono. Um levantamento feito junto dos associados revelou que 15 por cento dos alunos desistia no primeiro ano por razões económicas.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, revelou este mês, quando da divulgação do concurso de professores, que, nos últimos três anos, se registou uma redução de cerca de 200 mil alunos, em todos os graus de ensino, o equivalente a sete mil turmas.

Os cursos profissionais podem ser frequentados em escolas privadas, secundárias públicas e nos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação com o Estado, segundo Luís Costa.

Acresce a oferta pública das escolas de hotelaria do Turismo de Portugal. Dentro das escolas profissionais incluem-se também as de música e dança e de agricultura.

fonte:Lusa/SOL



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Quinta-feira, 16.08.12

O inquérito do Observador Cetelem sobre as intenções de consumo no regresso às aulas revela que 89% dos portugueses continuam a optar pela compra de manuais escolares novos. Uma percentagem significativa, mas inferior à do ano passado (99%). O inquérito, divulgado esta quinta-feira, revela ainda que 18% opta pela compra em segunda mão e 20% pede emprestado.

O decréscimo na compra de manuais novos explica a subida na compra de livros em segunda mão, que é opção para 18% dos inquiridos (mais 7% que em 2011), enquanto 20% dos consumidores pede manuais emprestados, algo que no ano passado era prática para apenas 13% dos encarregados de educação. O Observador Cetelem revela ainda, que 60% dos portugueses compra os livros num momento diferente do restante material.

«A compra dos livros escolares continua a ser responsável por grande parte do orçamento destinado ao regresso às aulas. Os consumidores portugueses ainda não criaram o hábito de comprar os manuais em segunda mão ou até pedir emprestado. No entanto, este é um comportamento que tende a sofrer alterações face à recessão económica que o país atravessa. Neste inquérito do Observador Cetelem, esta tendência já se começa destacar», afirma Diogo Basílio, responsável do Observador Cetelem.

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



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