Quinta-feira, 12.09.13

A despesa das famílias portuguesas com o regresso às aulas ultrapassa em média o valor do salário mínimo nacional ao atingir os 525 euros, segundo um estudo que revela mais despesa e preocupações de poupança.

Apesar da diminuição do poder de compra, a fatura aumenta. Em 2010, a média foi de 499 euros, no ano passado subiu para 507 euros e agora deverá atingir os 525 euros (mais 40 euros do valor do salário mínimo nacional), de acordo com um estudo da Nielson, empresa de estudo de mercado.

O inquérito, realizado através de 600 entrevistas telefónicas, este verão, demonstrou ainda que os pais pretendem diminuir o valor gasto semanalmente com os alunos, passando de 23 euros (em 2012) para 18 euros a média em causa.

Mais de metade dos portugueses que fazem compras escolares (51 por cento), adquirem quase todo o material no início do ano letivo. Os restantes vão comprando ao longo do ano. As famílias tentam poupar na altura de comprar, procurando promoções.

A fatura dos manuais escolares para alguns níveis de ensino chega aos 300 euros. As associações de pais lançam frequentemente o alerta para o risco de haver alunos a começar o ano sem livros.

Um aluno no ensino secundário gasta perto de 300 euros em livros. No 1.º Ciclo, o valor ronda os 70 euros.

Papelarias, hipermercados e páginas de Internet desdobram-se em publicidade, oferecendo descontos de 10 por cento nos manuais escolares, sugerindo compras antecipadas e prestações sem juros.

Aos manuais recomendados pelas escolas junta-se o restante material, cujo preço é mais variável, entre lápis, canetas, cadernos, mochilas, capas, folhas, batas e outros artigos, que variam de acordo com o nível de ensino e a área de estudo.

Além dos custos diretos para as famílias, tanto o Tribunal de Contas como o Ministério da Educação publicaram estudos que indicam que o custo por aluno, para o Estado, é superior a 4.000 euros por ano.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt



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Segunda-feira, 19.08.13

Os portugueses contam gastar, em média, 525 euros este ano com o regresso às aulas. O valor, revelado pelo estudo Observador Cetelem, tem vindo a aumentar nos últimos anos. Em 2011 situava-se nos 499 euros e em 2012 nos 507 euros.

Este estudo questionou ainda os portugueses sobre as intenções de utilização do cartão de crédito para as compras relacionadas com o regresso às aulas e 23% dos inquiridos afirmam que ponderam recorrer a esta forma de pagamento.

Na análise levada a cabo pelo Observador Cetelem, 28% dos inquiridos afirmam que para preparar o início do ano letivo necessitam de gastar entre 250 e 500 euros, 17% ponderam ficar entre os 500 e os 750 euros e outros 17% não esperam usar mais de 250 euros. Um número residual de indivíduos (2%) conta gastar mais de 1.500 euros. 

Ainda comparativamente com 2012, a percentagem de consumidores que pretendem gastar mais de 750 euros aumentou (passou de 9% para 14%). Nestes gastos incluem-se vestuário, mensalidade da escola, material escolar, entre outros itens necessários. 

Como forma de pagamento, 23% dos inquiridos admitem recorrer ao cartão crédito para fazer face às despesas do ano letivo que está prestes a começar. Quando questionados sobre o montante a utilizar, em média contam usar 376 euros. 

Esta análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



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Sábado, 17.08.13

As famílias portuguesas vão gastar, em média, 525 euros com o regresso às aulas, segundo um estudo que revela um aumento da despesa e um objetivo de poupança, nos gastos semanais das crianças, pela parte dos encarregados de educação.

Nos últimos três anos, os portugueses têm pago, em média, faturas cada vez mais altas para estudar: em 2010, a média foi de 499 euros; no ano passado, subiu para os 507 euros e, agora, deverá atingir os 525 euros, de acordo com um estudo da Nielsen, que inquiriu pessoas entre os 18 e 65 anos, residentes em Portugal Continental.

Uma em cada quatro famílias (28%) prevê gastar entre 250 e 500 euros, indica o estudo que realizou 600 entrevistas telefónicas, durante o mês de junho. Já 17% da população irá tentar fazer face às necessidades com um plafond de 250 euros.

Com gastos acima da média, surge um grupo de 14% dos inquiridos, que estima gastar mais de 750 euros, havendo mesmo uma pequena franja da população (2%) que irá despender mais de 1.500 euros.

O inquérito questionou ainda quanto pretendem os pais gastar semanalmente com os alunos, e mostrou que o valor vai baixar, ao passar de uma média semanal de 23 euros, em 2012, para 18 euros, este ano. Esta descida semanal significa que, este ano, os pais não deverão chegar aos mil euros anuais com os gastos do dia a dia, ao passo que, no ano passado, gastaram quase 1.200 euros.

O método escolhido para comprar o material escolar divide as famílias em dois grandes grupos: quase metade (47%) dos portugueses vai adquirindo esse material ao longo do ano, enquanto 51% faz todas as compras num único momento.

Uma em cada três famílias tenta poupar no momento de adquirir os manuais: 22% dos inquiridos pedem emprestado a amigos ou familiares e 19% compram em segunda mão. Estas são opções que têm vindo a ganhar cada vez mais adeptos, segundo o estudo que mostra que, em 2012, foram apenas 29% das famílias e, no ano anterior, a percentagem era de 24%.

No entanto, nem sempre é possível encontrar todos os manuais necessários e, por isso, as famílias acabam por ter de os comprar em falta. Resultado: 94% das famílias terá de comprar livros novos.

As papelarias e hipermercados continuam a ser os espaços de eleição para fazer as compras para o arranque escolar, apesar de a internet começar a ganhar terreno: em 2011, 7% das famílias fizeram as suas compras na internet, em 2012 já foram 8% e, este ano, 12% deverão conseguir adquirir o material sem ter de sair de casa.

No caso em que o estudante é o inquirido, a opção pela compra na internet tem mais expressão: este ano 30% deverão fazer as compras em frente ao computador.

Além dos livros, as famílias tencionam ainda comprar vestuário, calçado e equipamento desportivo, entre outras despesas relacionadas com educação. Os portugueses, no entanto, ainda segundo o estudo, vão tentar poupar ainda mais do que nos últimos anos.

A maioria das famílias inquiridas tinha os filhos a estudar no ensino básico (75%) e apenas um em cada quatro tinha uma poupança para a educação futura dos seus filhos.

Ainda de acordo com o estudo, apenas 3% dos inquiridos têm os filhos a estudar no ensino particular, estando os restantes em escolas públicas.

Este ano, segundo os resultados do inquérito, aumenta igualmente o número de famílias que vai usar o cartão de crédito para fazer as compras necessárias: este ano, serão 12%, enquanto no ano passado, apenas uma em cada dez famílias recorreu a esse tipo de empréstimo.

O empréstimo médio será de 376 euros. No caso em que as famílias têm as crianças a estudar, o valor médio estimado por empréstimo é de 403 euros, enquanto no caso em que é o inquirido que estuda, esse valor ronda os 240 euros.


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



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Domingo, 16.09.12

Nos dias que antecedem o início das aulas, a criança deve ser motivada e tranquilizada. Atente aos conselhos de uma psicóloga para fazer o melhor acompanhamento ao seu filho. O mês de setembro tem quase tanta simbologia como janeiro. É neste mês, depois das férias, que normalmente começam novos projetos e percursos escolares. 

Para as crianças que iniciam o ensino básico pode ser uma data importante, que lhe trará muitas mudanças na rotina diária. Para que possa fazer o melhor acompanhamento do seu filho nesta fase importante da vida, o NT relata alguns conselhos da psicóloga Catarina Leal, que podem ser vistos no portal do Sapo, na internet. 

Antes do início das aulas, os pais devem garantir a tranquilidade à criança, enunciando-lhe as mais-valias de frequentar a escola, onde, para além de aprender, terá um recreio para brincar e conhecer muitos amigos. Do ponto de vista financeiro, saiba que, antes de comprar o material escolar, o ideal é esperar pelo dia da apresentação da criança na escola, no qual o professor dará uma lista do que é, realmente, necessário. 

Daí, em caso de não ser o ano de estreia na escola, faça a triagem dos materiais que estão em boas condições do ano letivo anterior e assim poderá poupar alguns euros. De seguida, passe à compra do restante material que, por seu lado, fará com que a criança se entusiasme. Como se sabe, é importante escolher uma boa mochila, que não ponha em causa a integridade física do seu filho. Ela deve ser ergonómica e não deverá levar mais do que o essencial para o dia.

A preparação do material e vestuário para o dia seguinte deve ser uma tarefa realizada pelos pais em conjunto com a criança. No primeiro dia de aulas, como efeito de motivação extra, deixe-a escolher a roupa. Durante a semana, deve escolher vestuário confortável e prático para que o seu filho possa brincar à vontade. Ao longo do ano letivo esteja atento a todas as alterações comportamentais que podem surgir, pois assim poderá resolver o problema com tempo e, se necessário, conversar com os educadores a fim de consertarem as medidas para o bem-estar da criança.

fonte:http://www.onoticiasdatrofa.pt/



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Domingo, 09.09.12

As famílias portuguesas tencionam gastar em média 507 euros com o regresso às aulas este ano. Aqui ficam alguns conselhos para evitar gastos excessivos.

Para a maioria dos portugueses o mês de Setembro costuma ser um mês negro para os seus orçamentos. O começo do ano escolar obriga as famílias com filhos a despesas extraordinárias com a compra dos manuais e do material escolar. Um estudo recente da Cetelem, mostra que os consumidores inquiridos tencionam gastar em média 507 euros este ano com o regresso às aulas. Os manuais escolares representam uma grande fatia desta despesa. Enquanto uma colecção de manuais para uma criança do primeiro ciclo pode custar 50 euros, para o caso de um adolescente que se no ensino secundário a factura com os manuais poderá atingir os 250 euros.

Embora não existiam fórmulas mágicas que permitam fazer desaparecer estes gastos, há pequenos gestos e soluções que permitem diminuir parte dos encargos. Em relação aos manuais escolares, por exemplo, as famílias poderão optar pela compra online nos sites das editoras para ter acesso a um desconto que ronda entre os 10 e os 15%. Outra opção poderá passar pelo recurso a um banco de troca de livros. Existem já vários movimentos que promovem as trocas gratuita de manuais para que eles possam ser utilizados de ano para ano. O mais conhecido é o movimento pela reutilização dos livros escolares, que já conta com perto de cem bancos de trocas espalhados por todo o país. Para ter mais informações sobre como se efectuam as trocas de manuais poderá consultar o site o movimento(www.reutilizar.org). Apesar dos portugueses tradicionalmente preferirem adquirir manuais escolares novos, a verdade é que a opção pelos livros em segunda mão está a ganhar força. Segundo o estudo da Cetelem no ano passado, 99% dos consumidores inquiridos afirmavam que costumavam comprar os livros escolares novos. Este ano, a percentagem de inquiridos que fez esta opção baixou para os 89%.

Mas não é apenas nos manuais que as famílias podem diminuir a factura do regresso às aulas. Também em relação à compra do material escolar, há alguns conselhos a ter em conta. Antes de se dirigir a uma papelaria ou hipermercado para fazer as compras faça uma revista ao material do ano passado para ver aquilo que poderá ser aproveitado e reutilizado. O passo seguinte é fazer uma lista com o material que os seus filhos irão utilizar, para evitar comprar items desnecessários. Mais uma vez, a opção pelos produtos de marca branca, em detrimento das marcas de referência poderá fazê-lo poupar muitos euros. Por exemplo, uma simples mochila poderá custar-lhe entre 10 euros e os 38 euros, consoante a marca escolhida.

Para que todos estes encargos não arruinem o orçamento familiar é imperativo que as famílias façam ao longo do ano um pé-de-meia para fazer face a estas despesas. O recurso ao crédito é sempre indesejável. No entanto, se precisar de liquidez para pagar o material escolar é preferível recorrer ao ‘plafond' do cartão de crédito para efectuar estes pagamentos, desde que salde a dívida dentro do período de crédito gratuito do cartão (entre 20 e 50 dias). Caso contrário, estará sujeito a taxas de juro muito elevadas que poderão atingir os 37,2%, segundo os dados do Banco de Portugal.

Trabalho publicado na edição de 7 de Setembro de 2012 do Diário Económico

 



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Segunda-feira, 03.09.12

O regresso às aulas está à porta e com ele vêm muitas preocupações para as famílias portuguesas, cujos gastos em livros e outros materiais essenciais podem ascender a várias centenas de euros. Ainda que o aumento seja abaixo da inflação, os manuais escolares subiram este ano 2,6 por cento, com o preço de um cabaz básico, contendo apenas os livros obrigatórios, a variar entre os 50 euros, no caso do 1.º ciclo, e 240 no secundário. Nos casos de famílias com dois ou mais filhos em idade escolar, estes valores multiplicam-se.

 

Para os agregados mais carenciados, o Estado comparticipa a 100% os livros obrigatórios para os alunos inseridos no escalão A e a 50% os estudantes com direito ao escalão B. Há também ajudas para material.

 

Formas de poupar

 

Numa altura em que a crise ataca como nunca os portugueses, não tem parado de crescer o número de bancos de recolha e troca gratuita de livros escolares. A ideia partiu de Henrique Trigueiros Cunha, em agosto de 2011, e neste momento já são 100 os pontos onde as famílias podem entregar livros de anos anteriores e e recolher manuais necessários para o atual ano letivo, e que estão espalhados um pouco por todo o país, inclusivamente nas ilhas.

 

Ontem, o movimento “reutilizar.org – Movimento pela reutilização dos livros escolares”, criado por Trigueiros Cunha, lançou um comunicado no seu site onde apela mais uma vez ao Governo para criar uma solução que torne a “reutilização de livros escolares, uma prática universal em Portugal”, tal como já é tradição em outros países da Europa, e não apenas uma medida destinada aos mais carenciados. O Governo Sócrates criou um projeto de empréstimos de manuais, mas a legislação nunca saiu do papel.

fonte:http://www.record.xl.pt/



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Domingo, 02.09.12

Uma família com um filho em cada um dos três ciclos de ensino vê-se obrigada a gastar perto de 450 euros só em livros escolares.

Uma família com um filho em cada um dos três ciclos de ensino vê-se obrigada a gastar perto de 450 euros só em livros escolares, valor que pode ultrapassar os 600 euros se se juntar o material escolar.

De acordo com um levantamento feito pela Lusa, em média, uma família destas gastará cerca de 50 euros no 1º ciclo do ensino básico, 150 euros no 2º ciclo e 240 no 3º ciclo, apenas nos manuais escolares básicos e obrigatórios.

Esta conta não inclui os preços dos livros de música, de educação visual, de educação tecnológica e de educação física, já que estas são disciplinas em que fica ao critério do professor a adoção ou não do livro.

fonter:http://economico.sapo.pt/



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Quinta-feira, 30.08.12
A resposta é fácil: sim. Os manuais escolares – que são a maior despesa das famílias no regresso às aulas – estão, este ano, 2,6% mais caros. Ainda assim, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) lembra que esta actualização está abaixo de 3,29%, referentes à inflação, em Julho de 2012. "

A resposta é fácil: sim. Os manuais escolares – que são a maior despesa das famílias no regresso às aulas – estão, este ano, 2,6% mais caros. Ainda assim, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) lembra que esta actualização está abaixo de 3,29%, referentes à inflação, em Julho de 2012. 

"Apesar de o agravamento da situação económica provocar o aumento dos custos de produção da actividade editorial escolar, os editores têm concordado com a contenção dos preços, tendo em consideração as dificuldades que o país atravessa e a importância dos manuais escolares para o sucesso educativo dos alunos", esclarece a APEL em comunicado enviado às redacções.

O início da vida estudantil é o que fica mais barato. Do primeiro ao quarto ano, o pacote – com manuais, livros de actividades e CD multimédia – variam entre os 50 e os 60 euros, mas há quem opte por não comprar os discos, disse ao Negócios a proprietária de uma papelaria na Margem Sul do Tejo. 

No segundo ciclo (5º e 6º anos), o pacote de seis manuais ronda os 150 ou 160 euros (sem incluir os manuais de Educação Visual e Física, que "quase ninguém compra"). Mas foi nos manuais do sétimo ano que se sentiu este ano um maior aumento, garante a fonte contactada pelo Negócios. Os manuais para este ano custam cerca de 270 euros, mais 70 do que no ano passado. "Isto porque todos os manuais, à excepção do de português, são novos", explicou.

Para o oitavo e nono anos, os manuais rondam, também, os 210 euros. Um valor idêntico ao que é gasto no ensino secundário, mas que, em alguns cursos, nomeadamente ciências e matemáticas, pode chegar a 240 ou 250 euros. É possível atenuar alguns destes gastos, nomeadamente comprando os manuais através da Internet, em "sites" de hipermercados – que dão 10 a 15% de desconto –, e noutras lojas que abatem o valor do IVA (6%). Há, ainda, 
a opção da reutilização.
fonte:_http://www.jornaldenegocios.pt/


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Pedir emprestado ou adquirir livros em segunda mão têm mais adeptos. Lojas fazem promoções. Mas «velhos hábitos» de compra mantêm-se

A crise tem pouca voz na matéria quando o assunto é o regresso dos filhos à escola: a compra de material escolar e despesas com equipamento desportivo ou de informática ainda são um grande peso nas contas das famílias e os «velhos hábitos» mantêm-se. A conclusão é do Observatório Cetelem que estima que, em média, os portugueses vão dispender 507 euros no arranque do novo letivo, mais oito euros do que no ano passado. 

«Os comportamentos dos consumidores não diferem muito em relação ao ano transato. Mesmo num contexto económico de retração, as intenções de compra não se alteraram muito face a 2011», explicou Diogo Lopes Pereira, diretor de Marketing do Cetelem.

A verdade é que 89 por cento dos inquiridos pretende comprar materiais escolares novos, na sua maioria em papelarias(82%). Isto apesar de se registar uma ligeira mudança face ao ano passado, quando foram 99% os inquiridos a admitir comprar novos materiais.

Para compensar essa diferença, há mais portugueses a ponderar pedir emprestado (20%, contra os 13% de 2011) ou a optar pela comprar livros em segunda mão (18%, mais 7% do que no ano passado). Atualmente existem 98 bancos de recolha e troca voluntária de livros escolares em todo o país e podem ser encontrados online. Esta opção pode originar poupanças de 105 milhões de euros para o Estado.

Quanto aos locais de compra de livros escolares, outra novidade: há mais famílias a comprar pela Internet (8%, mais 1% face a 2011). As papelarias são, ainda, as grandes líderes, a conquistar a preferência de 82% dos inquiridos, seguidas pelos hipers e supermercados. 

Talvez por saberem disso, há vários espaços comerciais a fazerem promoções. No Freeport, em Alcochete, por exemplo, nos fins-de-semana de 1/2 e 8/9 de setembro várias marcas terão descontos a partir de 50%. A entrada custa entre 5 euros (bilhete individual) e 10 euros (bilhete família), mas é possível pedir um convite no site do Freeport. 

As grandes superfícies apostam em preços competitivos, oferecendo descontos com cartão e «oportunidades» que se prolongam até à segunda quinzena de setembro. Na publicidade, apostam em rostos bem conhecidos do público: a Stapples convidou David Carreira, o Continente escolheu o Boss AC. 

Também na net há promoções. O portal de vendas Leiloes.net, por exemplo, promete a venda de manuais, novos ou usados, a partir de 99 cêntimos, ao mesmo tempo que o site DeBorla oferece promoções.

Mas voltar às aulas não implica apenas a compra de livros, cadernos, canetas ou mochilas. Há também os gastos com vestuário, equipamento desportivo e artigos de informática. Nesta lista, é a necessidade de roupa e calçado que mais pesa: 74% ponderam comprar vestuário para os filhos. Seguem-se os artigos de informática (com 73% a admitir esses gastos), material desportivo (67%) e mais despesas com educação (63%). 

Gastos que exigem um esforço adicional às famílias, este ano mais pesado já que os materiais escolares estão mais caros e os passes dos transportes públicos para estudantes têm regras mais apertadas. 

Nestas circunstâncias, já 40% dos inquiridos admitem comprar o material escolar à medida das necessidades e não de uma só vez, conclui o mesmo estudo.

Isto sem esquecer a semanada dos estudantes: a média é de 20 euros, mas nota-se um apertar do cinto. A percentagem de pais que disponibiliza entre 11 e 20 euros era de 28% em 2011 e situa-se, agora, nos 19%, revelou o Cetelem.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



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Terça-feira, 28.08.12

Oito por cento dos consumidores portugueses preferem adquirir online o material escolar para o regresso às aulas. O valor revela um crescimento de 1 ponto percentual face a um ano antes, mostra um inquérito ao consumo cujos resultados são divulgados hoje.

Questionados sobre os locais onde habitualmente fazem as suas compras para o regresso às aulas, 8% dos inquiridos indicaram a Internet como plataforma preferencial, uma percentagem que duplica entre os estudantes que são responsáveis por adquirir o seu próprio material.


A análise, que oferece resultados discriminados por famílias com filhos em idade escolar e estudantes que fazem as próprias compras, revela que são os últimos quem mais recorre à Web para este efeito. Entre as famílias, a percentagem daquelas que optam pela Internet em detrimento das lojas físicas é de 6%, mas entre os estudantes o número sobe para os 16%.

O estudo, conduzido pela empresa de crédito ao consumo Cetelem, mostra que a grande maioria dos consumidores continua a eleger as papelarias (82%) e hipermercados/supermercados (79%) como plataformas privilegiadas para este tipo de compras, mas nota uma quebra nos números.

A percentagem daqueles que preferem as papelarias diminuiu 17 pontos percentuais face aos valores registados um ano antes. Já as intenções de compra em hipermercados caíram 1 ponto percentual. 

De acordo com o mesmo estudo, 59% das famílias com filhos em idade escolar opta atualmente por comprar o material no decurso do ano letivo, tendência que regista um crescimento de 8 pontos percentuais face a 2011. Quarenta por cento - menos 9 pontos percentuais que um ano antes - continuam a preferir fazer as compras todas de uma só vez. Os livros continuam a representar uma exceção, sendo comprados num momento diferente do restante material por 60% das famílias.

fonte:http://tek.sapo.pt/n



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